ExpressJet subsidiária da United deixará de operar voos em breve

A companhia aérea regional com sede em Atlanta, a ExpressJet que também é uma subsidiaria da United Airlines, devido aos cortes nas malhas e a incerteza do futuro da aviação no mundo a United vai deixar de operar com a empresa.

A United vai operar única e exclusivamente com a CommutAir, com sede em Ohio. A frota de Embraer ERJ-145 vai continuar sendo operada porém com a companhia concorrente da ExpressJet. A companhia tem cerca de 95 aviões Embraer ERJ na sua frota.

“Devido à incerteza das viagens de passageiros das companhias aéreas como resultado da pandemia contínua, todos os voos ExpressJet voando para a United Airlines terminarão em 30 de setembro de 2020”, disse a ExpressJet em comunicado.

“Além disso, com o término do financiamento de apoio à folha de pagamento da Lei CARES naquele momento, a ExpressJet também encerrará ou dispensará a maior parte de sua força de trabalho em 30 de setembro de 2020, exceto a equipe limitada necessária em conexão com o encerramento das operações e a revisão de oportunidades de negócios futuras”, concluiu.

A ExpressJet é uma empresa que tem a administração divida entre a Mana Air e a United Airlines. Com cerca de 2.800 funcionários a empresa operava aproximadamente 3.300 voos para a United a partir das bases Chicago (ORD), Cleveland (CLE), Houston (IAH), Knoxville (TYS) e Newark (EWR).

A Regional Airline Association (RAA) pediu ao governo dos EUA que estendesse o CARES Act Payroll Support Program (PSP) além de 30 de setembro, pois haverá mais “demissões inevitáveis ​​de funcionários e cortes de serviços aéreos sem uma extensão”.

“Ao estender o programa básico de PSP, o Congresso pode colocar mais tempo no relógio para o retorno da demanda e mais tempo no relógio para que as companhias aéreas planejem e respondam ao impacto da pandemia nas viagens conforme ela continua a evoluir”, disse o presidente e CEO da RAA ,Faye Malarkey Black.


“Desta forma, estender o programa faz mais do que atrasar as licenças, mas continua a reduzir o número de licenças que a indústria acabará por precisar fazer”, concluiu.

 

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