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Steve Dickson, um funcionário da FAA (Administração Federal de Aviação dos EUA), detalhou em um documento onde nega que há uma certa “pressão excessiva” para o retorno do Boeing 737 MAX aos voos comerciais, nesta etapa final de certificação.

De acordo com Dickson, ele mesmo compartilhou um vídeo onde fala aos funcionários que eles tem todo o tempo para fazer a avaliação, e precisa de dedicação na segurança dos processos de certificação.

A fala de Steve diminui a pressão exercida pela FAA, e apontada por muitos como um problema nessa fase final de certificação. De acordo com alguns funcionários da FAA, a Boeing está pressionando por obter uma aprovação do 737 MAX até o final de dezembro deste ano.

“A FAA controla totalmente o processo de aprovação”, disse Steve Dickson, dando a entender que a Boeing não tem poder, neste momento, de exercer pressão na FAA, assim como ocorreu anteriormente.

A pressão da FAA, de acordo com o Presidente da Associação de Pilotos da Southwest, é para retomar o mais rápido possível as entregas do 737 MAX, visto que a empresa está sem espaço para armazenar tantas aeronaves. Já são mais de 400 em solo, e produzidas após março deste ano.

Sem espaço para armazenar aviões, a Boeing teria que interromper a produção do 737 MAX, afetando todo o ciclo de produto da aeronave, causando um problema interno e prejuízo para as fornecedoras de componentes.

Veja o vídeo publicado por Steve Dickson no canal da FAA:


 

Via – The Air Current

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