FAB BNDES
Foto: FAB / Felipe Viegas

A Força Aérea Brasileira (FAB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram, nessa segunda-feira (27/06), na sede do Comando da Aeronáutica (COMAER), em Brasília (DF), um contrato que viabiliza ações com potencial de gerar aumento da eficiência da gestão do patrimônio imobiliário, sob jurisdição da FAB.

Participaram do ato, o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; integrantes do Alto-Comando da Aeronáutica; Oficiais-Generais; o Presidente do BNDES, Gustavo Henrique Moreira Montezano, e integrantes da Diretoria do Banco.

O documento foi assinado por intermédio da Diretoria de Infraestrutura da Aeronáutica (DIRINFRA) e do BNDES. O objeto do contrato é a realização de estudos e a execução de um plano de desestatização, por meio da contratação do BNDES, de dois imóveis que integram propriedade da União Federal sob responsabilidade do COMAER.

Um está localizado no município do Rio de Janeiro, antiga sede do Centro de Transporte Logístico da Aeronáutica (CTLA) e o outro no munícipio do Guarujá, localizado na Base Aérea de Santos (BAST).

Segundo o Tenente-Brigadeiro Baptista Junior, com a assinatura do contrato, o COMAER busca ações que aumentem a eficiência da gestão de seu patrimônio, redução de despesas e racionalização de gastos, além de alternativas para geração de receitas complementares, visando à destinação econômica de parte de seu patrimônio imobiliário.

“O que nós fizemos hoje foi a assinatura de um projeto piloto, com duas áreas importantes sob a nossa gestão, que deve trazer muitos resultados no futuro. Temos certeza de que essa parceria trará frutos inestimáveis para a FAB”, continuou o Oficial-General.

O Presidente do BNDES destacou que a parceria com a FAB é uma inovação. “O Banco e a Força Aérea vão criar uma solução imobiliária que visa trazer serviços operacionais, monetizando ativos que hoje não são operacionais. É algo inovador. O BNDES está emprestando seu conhecimento técnico para fazer bons usos dos ativos nacionais”, ressaltou.

 

 

Via: Força Aérea Brasileira