Força Aérea Brasileira/Divulgação.

Em 24 de junho 1867, durante a Guerra do Paraguai, um balão brasileiro fez uma missão de observação no campo de batalha na região de Tuiuti. Em 1947, A FAB modificou aeronaves de ataque A-20 do Esquadrão Poker (1º/10º GAv) para a configuração R-20, onde as metralhadoras de defesa  foram substituídas por câmeras fotográficas. Hoje, a data é celebrada como o dia da Aviação de Reconhecimento da Força Aérea Brasileira, missão que é realizada empregando meios dotados de tecnologia de ponta. 

A Aviação de Reconhecimento trabalha realizando missões de levantamento em áreas de interesse nacional, no monitoramento das fronteiras, vigilância do espaço aéreo, na geração de produtos de inteligência para auxiliar na tomada de decisão e outras áreas de ação, usando os aviões RA-1 AMX, R-35AM, E-99, R-99 e as aeronaves remotamente pilotadas RQ-450 e RQ-900. 

Para celebrar a data, a FAB preparou um vídeo e um álbum no Flickr

Atualmente, as missões são realizadas pelos esquadrões Poker (1º/10º GAv), Hórus (1º/12º GAv), Guardião (2º/6º GAv) e Carcará (1º/6º GAv). Os esquadrões da Aviação de Patrulha Orungan (1º/7º GAv), Phoenix (2º/7º GAv) e Netuno (3º/7º GAv), contam com as aeronaves P-3AM Orion e P-95BM Bandeirulha, também dotadas de sistemas avançados que podem ser usados no reconhecimento de sinais. 

 

R-35AM do Esquadrão Carcará.

A modernização na tecnologia de equipamentos, softwares e máquinas é constante, pois a Aviação de Reconhecimento necessita desse aparato para realizar suas missões. O Comandante do Esquadrão Carcará, Tenente-Coronel Gleyson Márcio Tavares Cavalcanti, descreve o que espera da Aviação de Reconhecimento em meio à evolução tecnológica.

“Buscamos a capacidade de prover consciência situacional para as forças amigas sobre as áreas de interesse, com avaliações oportunas, relevantes, abrangentes e precisas, utilizando sensores atuais e integrados a outras plataformas por meio de uma estrutura de enlace. Nessa perspectiva, alguns pensadores consideram que o emprego do Poder Aéreo demanda conhecimento profundo do oponente, ou seja, uma necessidade de inteligência. Isso é traduzido na Tarefa de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento.”

R-99 do Esquadrão Guardião, empregado em missões de sensoriamento remoto.
As ARPs (Aeronaves Remotamente Pilotadas) RQ-450 e RQ-900, de origem israelense, são empregadas na Ala 4 pelo Esquadrão Hórus. Fotos: Força Aérea Brasileira/Divulgação.
Um A-1A AMX do Esquadrão Poker decola para uma missão de reconhecimento com o pod Reccelite. Foto: Força Aérea Brasileira/Divulgação.

DEIXE UMA RESPOSTA