Eurofighter Typhoon Foto: Airbus

A Luftwaffe (Força Aérea Alemã) está tendo dificuldades em relação aos seus caças Eurofighter Typhoon,

Em maio de 2018 a Luftwaffe precisou reduzir a frota ativa de caças do país, isso porque falhas técnicas foram encontradas nos Pods dos caças.

Em uma reportagem da época foi informado que apenas 10 dos 128 caças estariam prontos para operações reais naquele momento, e isso estaria dentro da norma da OTAN.

Eurofighter da Luftwaffe (Força Aérea Alemã), sendo reabastecido- Foto: RAF

Mas agora a situação aparece estar melhor, pois há mais caças disponíveis, mas outro problema apareceu, este é a falta de pilotos. Um exemplo disso é na Base Aérea de Laage, perto de Rostock.

A base de Laage tem uma operação intensificada, pois em um único dia pode haver até 20 decolagens que podem ser para treino e ou policiamento.

Jan Gloystein, vice-comandante de ala do esquadrão Steinhoff, orgulha-se de “sua” base aérea, mas tem um problema sério: “não tenho pilotos suficientes”. Atualmente ele tem 23, mas precisa de mais 20 pilotos, dsse ele. A Força Aérea Alemã simplesmente tem poucos candidatos, acrescenta ele.

A situação dos caças está melhor que 2018, mas ainda não se tem a taxa de operacionalidade de antes. Atualmente segundo dados da própria força aérea, cerca de 70% dos 24 caças Eurofighters, estão em condições de voo e defesa da nação alemã.

 

Olhar para o futuro

Patrick Kovarik/AFP via Getty Images

Mesmo tendo esse problema com falta de caças, e mais agora com falta de pilotos, a Alemanha se mantém aberta a inovações e o meio aeronáutico militar não é diferente. No dia 13 de julho, um acordo para a construção de um futuro caça de combate foi assinado entre a Alemanha e a França.

Durante a coletiva de impressa, que contou com o presidente francês Emmanuel Macron e a chanceler alemã Angela Merkel.

O presidente francês disse que existe no exterior uma concorrência por produtos bélicos Europeus. A unificação de duas grandes e importantes nações europeias vai fortalecer os laços diplomáticos dos países, que por sua vez tem um alto emprego em missões a cargo da OTAN (Organização Nacional do Atlântico Norte), e também em ataques contra grupos extremistas.

FCAS (Airbus e Dassault- Foto: BillyPix

Segundos analistas, a nova aeronave de combate iria ser uma mistura de avião tripulado e não tripulado e que teria como foco a substituição dos Eurofighters e Rafales, que ainda estão em venda atualmente.

Vale lembrar que já existem laços de parceira na construção de aeronaves entre países da Europa. É o caso do Eurofighter Typhoon que foi construído em parceira em entre a Alemanha, Itália e Reino Unido. A França optou pelo Dassault Rafale e a Suécia pelo Saab Gripen C/D e os novos Gripens E/F.

 

Fonte de apoio: Cavok / Edição: Aeroflap