KC-46 USAF Força Aérea
KC-46A Pegasus faz missão de Revo em caças F-16 Fighting Falcon- Foto: Boeing

Apesar dos problemas enfrentados pelo KC-46, a Força Aérea dos EUA está empenhada em melhorar cada vez mais o programa de desenvolvimento da aeronave.

O novo passo agora é implementar um modo de operação para missões perigosas, onde apenas dois tripulantes embarcam na aeronave: Um piloto e um operador de lança. 

A configuração seria utilizada em missões perigosas, com o objetivo de minimizar baixas de vidas. Atualmente o Comando da USAF está trabalhando nos requisitos mínimos de tripulação de voo, bem como em novas táticas, técnicas e procedimentos.

De acordo com o site The War Zone, oficiais da Base Aérea de McConnell enviaram um pedido de isenção que permitiria tais operações. 

Foto: U.S. Air Force/ Airman Brenden Beezley

Atualmente a tripulação mínima do KC-46 é composta por três pessoas, acrescentando na equipe o copiloto do voo. Normalmente em missões de treinamento ou mais leves, especialistas também embarcam a bordo para auxiliar no gerenciamento do voo.

O KC-46 está em serviço na Força Aérea dos EUA desde 2019. O modelo também foi adquirido pela Força Aérea de Autodefesa do Japão, que encomendou quatro aeronaves. O primeiro KC-46 japonês voou no início deste ano. Índia, Canadá, Polônia e Coréia do Sul avaliaram o KC-46, mas optaram pelo Airbus A330 MRTT. 

Apesar das restrições e deficiências existentes, o KC-46A continua a demonstrar suas crescentes capacidades operacionais, afirma a USAF. O Pegasus completou mais de 6.000 missões, transferido mais de 37,8 milhões de libras de combustível e fazendo 28.000 reabastecimentos com a lança e 1.900 com mangueira desde janeiro de 2019.