Foto: Bob Adams

A South African Express, subsidiaria da South African Airways, está sem voar desde o dia 18 de março. Na ocasião foi quando se iniciou a pandemia do Covid-19 em vários países, afetando totalmente o mercado de aviação.

Após a paralisação, como não houve voos a empresa teve problemas financeiros graves assim como a empresa matriz. A companhia regional já tinha alguns problemas antes mesmo da crise se instalar na aviação mundial, entretanto se agravou sem poder operar.

A salvação para empresa foi um grupo de funcionários que estão se juntando para comprar a companhia. A South African Express iniciou suas operações no ano de 1994 como o braço regional da SAA, as conexões rápidas e a ampla cobertura na África do Sul fizeram a empresa crescer rapidamente.

A companhia possui uma frota de aeronaves turboélice Dash-8 e Bombardier CRJ.

A licitação atraiu cerca de 17 possíveis investidores para a companhia regional. Depois de ser comprada, a companhia necessita de 250 milhões de Rand sul-africano (cerca de US$ 15 milhões) para as próximas semanas. 

O capital necessário é para a retomada da empresa em suas operações suspensas desde março desse ano. Conhecida como ‘Fly SAX’ seria a empresa vencedora da licitação da companhia regional. 

A empresa é formada pelos funcionários atuais da South African Express, que estão sem trabalhar desde então. Mesmo sem estarem em condições de arcar com os custos iniciais, o plano foi vencedor devido as oportunidades de trabalho. Este é um fator que seria determinante também nos custos diários da empresa.

A administração da companhia passaria a ser privado, que seria mais eficaz capacitar os atuais funcionários para controlar e administrar a empresa e não o governo local.

 

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