GOL

A GOL Linhas Aéreas divulgou hoje (14) sua Atualização ao Investidor para abril/21. Todas as informações são apresentadas em Reais (R$). As informações abaixo, são preliminares e não auditadas.

Ao longo dos últimos 12 meses, a Administração da GOL se empenhou em fornecer a seus acionistas atualizações regulares sobre as suas principais métricas financeiras e operacionais, à medida que a Companhia navegava pela pandemia de Covid-19. A GOL acredita ter sido excepcional em sua transparência sobre esse assunto.

Não obstante, em função da aceleração no Programa Nacional de Imunização e da redução nos casos de Covid-19, com a consequente retomada na demanda por viagens aéreas, a Companhia retornará à sua prática de atualizações trimestrais ao investidor, com a sua próxima atualização agendada para julho (referente ao 2T21).

“Como sempre, permanecemos comprometidos com a transparência aos nossos investidores”, disse Paulo Kakinoff, Diretor Presidente. “À medida que a necessidade de atualizações mensais regulares diminui com o retorno de nossa liquidez a patamares pré-pandemia, redirecionaremos nossos esforços em comunicar as prioridades da Companhia para a recuperação pós-pandemia que, por sua natureza, serão mais de médio prazo. Estamos ansiosos para compartilhar mais detalhes em nossa próxima atualização trimestral.”

Em abril/21, o volume de vendas diárias da GOL cresceu 75% sobre março/21. A Companhia operou voos para 67 destinos, com aproximadamente 200 voos diários em dias de pico.

A receita bruta consolidada da GOL para esse mês foi de aproximadamente R$250 milhões e a taxa de ocupação média foi de 83%, evidenciando o foco contínuo da Administração em manter as operações sustentáveis, por meio do ajuste contínuo da oferta de assentos aos patamares de demanda de passageiros.

O PRASK foi de R$20,58 centavos, um aumento de 38% em relação a março/21, e uma variação ano/ano de +5% devido à melhor precificação de bilhetes, por meio do gerenciamento dinâmico de yields, aliado aos sinais da retomada de demanda após a segunda onda da Covid-19 no Brasil. Em abril, excluindo-se o serviço financeiro da dívida, a GOL teve neutralidade no consumo líquido de caixa.

A GOL disse que tem a menor alavancagem financeira dentre seus pares, e encerrou o mês de abril com um endividamento de curto prazo de aproximadamente R$2,0 bilhões (versus R$3,9 bilhões no 2T20), sendo R$1,6 bilhão composto por empréstimos de capital de giro, dos quais aproximadamente R$700 milhões devem ser amortizados no 2T21.

Em 28/04/21, a Companhia iniciou um aumento de capital de até R$512 milhões, liderado pelos acionistas controladores, os irmãos Constantino. Os acionistas controladores informaram o Conselho de Administração da GOL, antes do início do aumento de capital, a intenção deles em subscrever até aproximadamente R$270 milhões em novas ações da Companhia para apoiar o aumento de capital.

Em 6/05/21, a GOL precificou com sucesso uma oferta de US$300 milhões de notes sênior garantidas adicionais, com vencimento em 2026. Os notes adicionais foram precificados a par, representando uma taxa de retorno até o vencimento de 8%. A Moody’s atribuiu um rating de B2 aos notes. A Companhia pretende utilizar os recursos da oferta de notes adicionais para fins corporativos gerais, incluindo gestão de passivos e aquisições de aeronaves.

Proforma para a oferta de notes, a GOL encerrou o mês de abril com aproximadamente R$3,6 bilhões de liquidez total. Incluindo os recursos esperados da oferta corrente de ações, que a Companhia estima concluir no início de junho, o balanço da GOL retornará para mais de R$4,0 bilhões de liquidez. Isso é consistente com o nível de liquidez que ela mantinha em 2019, antes da pandemia. Incluindo valores financiáveis de depósitos e ativos não onerados, as fontes potenciais de liquidez da GOL totalizarão mais de R$7,0 bilhões.