A GOL Linhas Aéreas revisou as suas projeções financeiras para os anos de 2018 e 2019 e fornece projeções financeiras preliminares para o ano de 2020.

As projeções estão ajustadas para refletir estimativas de demanda, movimentos na capacidade dos concorrentes, as recentes variações nos preços de petróleo, a apreciação da moeda dólar versus o BRL, os resultados iniciais da aceleração da incorporação das aeronaves 737 MAX na frota e estimativas preliminares da adoção do IFRS16.

Com isso, para 2018, a projeção de margem Ebitda passou de cerca de 16 por cento para 26 por cento. Já a estimativa de 2019 subiu de ao redor de 17 para cerca de 27 por cento, e de 2020 para 28 por cento.

A Gol também reviu a relação de endividamento. Para 2018, a estimativa de dívida líquida sobre Ebitda subiu de 2,6 para 3,6 vezes enquanto para 2019 a previsão subiu de 2,5 para 3 vezes. Em 2020, a companhia estima que a proporção seja de 2,5 vezes.

A estimativa de investimento em 2019 subiu de 600 milhões para 650 milhões de reais e em 2010 a Gol estima dispêndio de 600 milhões.

A empresa piorou a estimativa de prejuízo por ação em 2018 de 2 reais a 1,8 real para 3,20 a 2,90 reais. Em 2019, a expectativa passou de lucro de 1,50 a 1,90 real por ação para 2,20 a 2,60 reais. Em 2020, a Gol espera resultado positivo por papel de 2,60 a 3,10 reais.

A companhia também planeja gastar mais com combustível em 2019, em comparação com os dados anteriores, ao aumentar a quantidade de querosene consumido, provavelmente fruto dos novos voos que vão estrear em 2019.


As projeções financeiras da Companhia destacam as principais métricas que impactam os
resultados financeiros e o valor aos acionistas no longo prazo. A GOL fornece informações
prospectivas com foco nas métricas mais relevantes que a Companhia utiliza na avaliação de desempenho do seu negócio. Estes indicadores são úteis para analistas e investidores
projetarem os resultados da GOL.

A Companhia optou por incorporar em suas projeções financeiras preliminares as estimativas de impacto da adoção do IFRS 16, proporcionando aos usuários maior transparência em relação aos impactos esperados, bem como permitir uma melhor comparabilidade entre as projeções apresentadas.

Estas perspectivas financeiras poderão ser ajustadas visando a incorporar a evolução do
desempenho operacional-financeiro da GOL e eventuais mudanças na economia brasileira e no mercado em que a GOL atua, incluindo variações do crescimento do PIB, taxa de juros, câmbio, e tendência do preço de petróleo.

 

Via – Reuters / GOL