Boeing 737 MAX GOL PR-XMF

A GOL Linhas Aéreas divulgou na manhã desta segunda-feira (12/07) uma atualização aos investidores, divulgando dados financeiros ainda não auditados sobre o 2º trimestre de 2021.

Nos últimos três meses (abril, maio e junho) a GOL teve um prejuízo de R$3,25 por ação da companhia.

No entanto, as vendas diárias da empresa aumentaram em 200% em relação ao final do 1º trimestre, período que a companhia já estava recuperando seus voos e a demanda de mercado. A GOL disse que atingiu R$ 21 milhões em média de vendas diárias de passagens aéreas.

Por outro lado, as vendas com a divisão de cargas e fidelidade totalizaram 15% da receita total da empresa no trimestre. 

Já as despesas com combustível devem representar o maior aumento de custos da GOL no 2º trimestre, na ordem de 82%, devido ao aumento abrupto do preço médio do Querosene de Aviação nos últimos meses.

A companhia teve no 2º trimestre de 2020 uma excelente taxa de ocupação dos seus aviões de 85,1%, além de ter um aumento na demanda doméstica de 345% em relação ao mesmo período de 2020.

A GOL amortizou cerca de R$ 800 milhões de dívida total no trimestre, incluindo R$ 420 milhões de dívida financeira e R$ 310 milhões de dívida com arrendamento de aeronaves. A Companhia também liquidou o pagamento de R$744 milhões aos acionistas minoritários da Smiles Fidelidade S.A.

A liquidez total ao final de junho/21 foi R$1,7 bilhão, composta por R$1,0 bilhão em caixa e
aplicações financeiras e R$0,7 bilhão em recebíveis. Contemplando os valores financiáveis de depósitos, as fontes de liquidez da GOL totalizam aproximadamente R$3,7 bilhões.

A GOL planeja aumentar sua capacidade no 3T21 em aproximadamente 80% comparativamente ao 2T21, antecipando uma demanda sazonal mais forte.

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