Governo dos EUA vai distribuir US$ 15 bilhões para as companhias aéreas

United Airlines

As companhias aéreas dos Estados Unidos estão a um passo de receber mais uma ajuda estatal no valor de US$ 15 bilhões. O motivo disso é que um acordo foi alcançado entre os políticos norte-americanos para aprovar um novo pacote de ajuda às aéreas, algo que está em pauta desde setembro, pelo menos.

Esse valor deve ser destinado, caso for aprovado no Congresso Norte-Americano, para o financiamento de folha de trabalho das companhias aéreas dos EUA, evitando mais demissões por parte das companhias aéreas.

Esse pedido está tramitando desde que a primeira assistência foi fechada, em setembro, as companhias realizaram desde então dezenas de demissões, e ameaçaram desligar milhares de funcionários a mais, a medida que a demanda continua sendo retomada lentamente, abaixo do previsto por todas.

Isso além das dezenas de milhares de pessoas que deixaram voluntariamente o setor.

O acordo pode ser aprovado ainda em dezembro, apesar das datas festivas e do problema da 2ª onda de coronavírus. O valor cobre pagamentos até o final de março, garantindo mais alguns empregos no setor e a recuperação do mesmo.

“Esta é certamente uma boa notícia para nossa economia, nosso setor e nossa companhia aérea – mas é especialmente uma boa notícia para aqueles que não têm salário e mal podemos esperar para recebê-los de volta”, disse Scott Kirby, CEO da United Airlines em uma carta aos funcionários enviada na segunda-feira.

“Não esperamos que a demanda dos clientes mude muito entre agora e o final do primeiro trimestre de 2021”, disse Scott Kirby sobre o bom momento para o auxílio chegar. “A United tem sido realista quanto à nossa perspectiva durante a crise e tentamos oferecer uma avaliação honesta em cada etapa do caminho.”


“A verdade é que simplesmente não vemos nada nos dados que mostre uma grande diferença nas reservas nos próximos meses. É por isso que esperamos que o recall seja temporário. ”

Ao todo, o acordo injetará mais US$ 900 bilhões na economia dos Estados Unidos.

 

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