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Imagem: Saab.

No 13º episódio da websérie Colaboração Real 4, o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Jr., fala sobre a transferência de tecnologia envolvida no programa dos caças F-39 Gripen da Saab.  

Desde o começo do Programa FX-2, a compensação comercial e tecnológica foi um fator preponderante para a escolha da Força Aérea Brasileira, que culminou com a seleção do então Gripen NG em 2013, atual Gripen E. 

Esse aspecto é reforçado pelo Brigadeiro Baptista Jr, que em outro do vídeo da websérie, destacou a importância estratégica do caça para o Brasil. “Um dos principais aspectos que levou o Gripen a ser escolhido foi a parte de transferência de tecnologia”, disse o Comandante no vídeo produzido pela Saab. 

“Ou seja, o que nós poderíamos internalizar em nossa indústria na parte de manufatura, de desenvolvimento tecnológico. Ele por si só já foi escolhido com base nessas premissas de compensação comercial e compensação tecnológica.”

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O F-39E 4101, o primeiro Gripen E de produção para a Força Aérea Brasileira. Foto: Saab.

Em recente reunião com jornalistas na sede do Comando da Aeronáutica, o Brigadeiro revelou que o segundo lote de caças F-39 Gripen já está sob negociação e deverá ter 26 aeronaves.

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Além disso, os aviões F-39F de dois assentos não serão mais produzidos no Brasil, mas sim na Suécia. Baptista Jr. explicou que a Embraer participou do desenvolvimento do F-39F, mas a produção local da versão F-39E, de apenas um assento, permite que mais unidades sejam fabricadas localmente, além da maior participação de outras empresas e o aumento do número de homens-hora para produzir o avião no país.