FAB Embraer Gripen BAAN
FAB/Divulgação

Nos dias 03 e 04 de novembro, uma comitiva do 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) e técnicos do Grupo Logístico (GLOG) da Base Aérea de Anápolis (BAAN) visitaram as instalações do Gripen Design and Development Network (GDDN) e do Gripen Flight Test Centre (GFTC), na EMBRAER, em Gavião Peixoto (SP).

O principal objetivo é o intercâmbio de conhecimento entre os técnicos da SAAB e os futuros pilotos, mantenedores e operadores de sistemas do novo vetor de caça da Força Aérea Brasileira (FAB).

Durante o encontro foi possível visitar as instalações do Sistema de Planejamento e Gerenciamento de Missão (MSS – Mission Support System), Simulador de voo do Gripen (MT-Mission Trainer) e Simulador de desenvolvimento do Gripen (S-RIG – System-Run in Groung), principais ferramentas de simulação e suporte ao planejamento das atividades aéreas.

A visita ao hangar de manutenção do GFTC contribuiu bastante para que os técnicos pudessem visualizar os diversos sistemas que compõem a aeronave, antes somente contemplados no Curso de Familiarização do Gripen.

Gripen hangar anápolis fab
O F-39 em um dos novos hangares de linha de voo da Base Aérea de Anápolis, os chamados hangaretes, construídos para receber os caças suecos. Foto: Suboficial Johnson Barros/FAB

“A visita às instalações da SAAB, em Gavião Peixoto, foi um marco aos futuros operadores e mantenedores, pois garantiu o contato com os equipamentos e o pessoal envolvido no projeto, incrementando a preparação para o recebimento do F-39 GRIPEN na FAB, projeto este revestido de importância estratégica para o cumprimento da nossa missão constitucional”, disse o Comandante da Ala 2, Coronel Aviador Gustavo Pestana Garcez. 

O GDDN tem como objetivo apoiar, nas áreas de engenharia, trabalhos de ensaios e testes, integração e modernizações, além de atuar no desenvolvimento de softwares de evolução do Gripen em termos mundiais.

Tais ações objetivam ampliar a versatilidade do Gripen com o propósito de fazer com que ele responda da melhor forma aos interesses da Força Aérea Brasileira.

Já o GFTC dispõe de estrutura para coletar em tempo real as informações de telemetria dos voos, de maneira criptografada, para que os dados sejam analisados por pilotos, técnicos e engenheiros envolvidos na campanha de ensaios realizadas pelo Brasil e pela Suécia.

Via FAB

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