Neste sábado (18/01) um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) sofreu uma colisão com um caminhão que passou ao lado, em Rio Branco, no Acre.

A colisão ocorreu quando o helicóptero estava com seu motor ativo, com o rotor e as pás girando, uma dessas pás colidiu com o caminhão. O helicóptero estava em uma rotatória, perto de uma via, em apoio à operação Fecha Fronteira.

O helicóptero transportava cinco pessoas, sendo dois pilotos e três funcionários. Nenhuma pessoa ficou ferida na ocasião.

O caminhão presta serviço para a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), e transportava resíduos hospitalares.

 

Em nota oficial o governo disse:

O Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em decorrência do acidente envolvendo o helicóptero Harpia 01, vem a público esclarecer que:

1. A aeronave estava em atividade, fazendo parte de uma operação orientada pela Secretaria de Segurança Pública, aliada à Operação “Fecha Fronteira”, com o foco de coibir ações criminosas na região do Segundo Distrito de Rio Branco. Com isso, o helicóptero se encontrava em um ponto estratégico que pudesse ter acesso a todos os bairros da capital de maneira rápida e eficaz.


2. O Harpia 01 se preparava para levantar voo em uma barreira policial que reduzia a velocidade de veículos. Havia um tripulante da aeronave realizando todo o procedimento de segurança para a decolagem, quando um caminhão modelo baú se aproximou do local e colidiu com uma das hélices, causando o acidente.

3. Todos os envolvidos no acidente estão fora de perigo ou risco de morte, houve apenas ferimentos leves. Dois tripulantes sofreram algumas lesões, foram encaminhados ao pronto-socorro de Rio Branco, juntamente com o motorista do caminhão e o passageiro. Todos estão bem.

4. Uma equipe da Sejusp está acompanhando todos os procedimentos a serem realizados a partir da perícia que deve ocorrer no local do acidente. Para os procedimentos cabíveis que atendem ao protocolo, já foram acionados os órgãos competentes como o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 7), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), bem como a seguradora da aeronave.

5. Por fim, vale ressaltar que toda a manutenção e documentação da aeronave encontram-se absolutamente regularizadas de acordo com a legislação vigente, bem como todos os contratos da seguradora estão em dia, sendo esta acionada pelo assegurado.

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