Nesta sexta-feira, 22 de março, é celebrado o Dia Mundial da Água, data instituída pela ONU em 1992. Neste ano, o tema escolhido pelas Nações Unidas é “Não deixar ninguém para trás”, que adapta a promessa central da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável de que todos devem se beneficiar.

E os aeroportos da Infraero têm se mostrado compromissados com a temática, reduzindo o consumo de água potável e disponibilizando-a para outros usos, e também reduzindo a geração de efluentes, minimizando eventuais impactos ambientais.

A empresa já recicla mais de 70 mil m³ ao ano com soluções de uso racional dos recursos hídricos, como o aproveitamento de água de chuva, do sistema de ar condicionado, reúso de águas cinzas e o reaproveitamento da água dos testes diários dos Caminhões Contra Incêndio.

A economia anual gerada com essas ações é suficiente para abastecer um bairro com mais de 1,6 mil pessoas continuamente durante um ano inteiro. Em termos financeiros, isso corresponde a R$ 2 milhões, considerando uma tarifa média de água e esgoto de cerca de R$29,50/m³.

O superintendente de Meio Ambiente da Infraero, Fued Abrão, explica que a empresa conta com uma Política Ambiental com diretrizes e objetivos específicos para a gestão de recursos hídricos.

“Além disso, entre os 10 programas ambientais, um é intitulado de Programa Recursos Hídricos, onde são agrupadas as ações e projetos relacionados ao assunto”, pontua.

O gestor acrescenta ainda que o desempenho ambiental dos aeroportos é medido pelo Índice de Desempenho de Meio Ambiente – IDMAI, que monitora 25 indicadores. Desse total, 3 são exclusivos de gerenciamento da água. “Todo o conjunto normativo e gerencial, unido às ações efetivas que os aeroportos executam demonstram o quanto o tema recursos hídricos é importante para a Infraero”, comenta.