Jet Airways Índia Companhia Aérea

Uma grande reviravolta na ‘vida’ da Jet Airways foi realizada nos últimos tempos, a companhia que deixou de voar em meados de 2019, agora três anos depois anuncia o retorno as operações completamente diferente de quando deixou de voar.

Agora sob a direção do grupo Kalrock-Jalan, a Jet Airways passou por diversos processos para que sua retomada fosse viabilizada. Um plano de recuperação e reestruturação foi executado, o que inclui a venda da empresa para o novo grupo. Segundo o planejamento divulgado pela companhia, as operações serão reiniciadas no 1º trimestre de 2022 com voos domésticos.

Até lá, a Jet Airways ainda precisa conseguir seu novo Certificado de Operador Aéreo, que foi suspenso em 2019. Até o momento a companhia já contratou pouco mais de 150 funcionários para trabalhar até próximo do reinicio das operações, esse número deverá aumentar para 1000 quando a empresa já estiver operando.

Entre as principais mudanças está também a mudança da base principal, que até 2019 tinha a cidade de Mumbai, o principal centro do comércio da Índia, agora passará a ser a cidade de Delhi. Mesmo com a mudança da principal base, a Jet Airways garantiu que ainda irá manter uma grande frequência de voos em Mumbai. 

O executivo Murari Lal Jalan que faz parte do grupo Kalrock-Jalan que administra a companhia indiana, detalhou o planejamento da empresa para os próximos anos. 

“A Jet Airways 2.0 visa reiniciar as operações domésticas até o 1º trimestre de 2022 e as operações internacionais de curta distância até o 3ºT / 4º trimestre de 2022. Nosso plano é ter mais de 50 aeronaves em 3 anos e mais de 100 em 5 anos, o que também se encaixa perfeitamente com as aeronaves curtas – plano de negócios de longo prazo e prazo do Consórcio.” Disse o executivo.

Apesar de detalhar a quantidade de aeronaves, a Jet Airways não informou quais serão as aeronaves a serem operadas pela empresa. É possível que a companhia opere aeronaves Boeing 737-800, visto que o modelo era sua principal aeronave para voos domésticos até 2019 e algumas aeronaves estão estocadas desde então. 

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