LATAM devolve mais dois aviões Boeing 787 – Veja como ficará a frota da companhia

LATAM

A LATAM Chile devolveu nesta última segunda-feira (20/07) dois aviões do modelo Boeing 787-9 Dreamliner. Os aviões voaram direto de Santiago, no Chile, para Victorville, um deserto de aeronave nos Estados Unidos.

As aeronaves devolvidas tem as matrículas CC-BGG e CC-BGH, e operavam na companhia desde o início de 2016, com pouco menos de quatro anos de uso. As aeronaves serão estocadas nos Estados Unidos, até a empresa de leasing achar interessados em operar esses 787.

Esses aviões fazem parte de uma negociação da companhia com os lessores, que pode resultar na devolução de 31 aviões, incluindo 13 na filial brasileira. Ao todo 129 aviões estão sendo negociados com base no Chapter 11, e alguns podem sair definitivamente da frota da companhia.

 

Futuro da frota da companhia

Ao todo, como citado anteriormente, a LATAM planeja devolver 31 aviões, dos 129 arrendados pela companhia. Cerca de 33% da frota do Grupo LATAM é proveniente de arrendamento operacional, e os outros 66% são frota própria.

Por este motivo será mais fácil ver a LATAM aposentando aviões, ou fazendo estocagem de longa duração, ao invés de devolver aeronaves como em outras companhias.

Na LATAM Brasil, a companhia deve devolver dois aviões do modelo Airbus A350, e mais 11 da família A320. Ao todo quatro aviões já foram embora, o PR-XTB, um Airbus A350, e três aviões A320ceo, de matrículas PR-MAZ, PR-MBZ e PR-MBQ.

Além disso, a LATAM também deve devolver nas próximas semanas as aeronaves de matrículas PR-XTA (A350), PR-MBS, PR-MBZ, PT-XPJ, PT-XPN, PT-XPQ, PT-XPL, PT-XPM. Os últimos são do modelo A320ceo e A321ceo. 


Primeiro A350 da LATAM Brasil, entregue em 2015 e que agora vai sair da frota.

Há também uma informação não confirmada sobre a devolução do Airbus A350 de matrícula PR-XTF.

Esses aviões A350 que serão devolvidos são os primeiros da frota da LATAM, com uma média de cinco anos de operação. Provavelmente o contrato de leasing inclui uma multa rescisória com amortização por tempo de contrato, diminuindo o custo de retirar esses aviões “mais velhos”.

 

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