A administradora da Massa Falida da Avianca Brasil (Oceanair Linhas Aéreas) está promovendo uma série de leilões para a venda de parte dos bens deixados pela empresa, falida em 2020.

Os leilões do dia 30 de agosto e 13 de setembro já foram realizados, arrecadando cerca de US$ 30 milhões. E a Mega Leilões, responsável pelas primeiras rodadas, continua com uma nova programação para repassar bens da companhia.

Uma nova rodada de arremates está marcada para o dia 29 de setembro com 14 lotes e lances a partir de R$ 4009. Você pode conferir Clicando Aqui.

Foram colocados à venda veículos automotores e equipamentos aeronáuticos, dentre os quais bens que foram dados em garantia à Azul e à Manchester Securities Corporation para assegurar o pagamento de empréstimos feitos à Avianca no curso da recuperação judicial.

Os bens que estão sendo leiloados por partes desde agosto foram avaliados em US$ 39.418.898,16, e os valores eventualmente ofertados por eles estão sujeitos a homologação do juízo da falência. A preferência do processo é para o pagamento de dívidas trabalhistas, além de credores da aérea.

A meta da justiça é arrecadar pelo menos US$ 39 milhões, para custear o pagamento de dívidas trabalhistas, com clientes e também credores da Avianca Brasil. 

O leilão é dividido na justiça em três partes: Os bens localizados no Aeroporto de Congonhas; Em São José dos Campos, onde a companhia fazia também a manutenção das suas aeronaves; E nos demais aeroportos, como em Brasília, onde a empresa treinava tripulantes.

Curiosamente a Mega Leilões também participou do leilão fracassado das UPIs, que surgiu como uma opção para a Avianca Brasil continuar operando voos, enquanto vendia “suas partes” para concorrentes, como a Azul, GOL e LATAM. Este leilão também não atinge o pagamento da totalidade da dívida da Avianca Brasil, cotada em R$ 2,7 bilhões, antes do encerramento das operações.

 

Via: SNA e Mega Leilões

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