Com foco em substituir os antigos KCs dos Estados Unidos, a Força Aérea dos Estados escolheu o projeto KC-46 da Boeing, baseado na plataforma do 767 com extensas modificações para se tornar um bom avião militar. Antes a mesma instituição tinha escolhido o A330 MRTT, mas optou por uma aeronave de projeto nacional.

Esse projeto da Boeing desbancou outras plataformas propostas pela Lockheed Martin e a Airbus, além disso a Boeing está focando em levar o projeto KC-390 (da Embraer) para os Estados Unidos, como uma possível solução para substituir o Hercules.

E o novo acordo da Lockheed com a Airbus engloba exatamente isso, explorar conjuntamente as oportunidades de atender à crescente demanda por reabastecimento aéreo para clientes de defesa dos EUA.

As duas empresas deixaram em evidência que planejam buscar soluções conjuntas para a próxima geração de petroleiros capazes de operar nos ambientes desafiadores do futuro espaço de combate.

“A Força Aérea dos EUA merece a melhor tecnologia de reabastecimento aéreo e desempenho disponível na grande equipe da indústria, a Lockheed Martin e Airbus vão oferecer exatamente isso”, disse Tom Enders, CEO da Airbus.

Atualmente a Airbus tem duas plataformas reabastecedoras, o Airbus A330 Multi-Role Tanker Transport (A330 MRTT) e o A400M. Ambos são capazes de transportar carga, soldados e servem como UTI Aérea a partir de rápidas adaptações, mas o A400M é um avião militar puro.

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