F-16 Block 70/ Arte-Lockhhed Martin

A Lockheed Martin segue confiante na venda de caças F-16 Fighting Falcon para países na África, América do Sul e no Sudeste da Ásia, declarou o diretor financeiro da empresa, nesta terça-feira.

“Acho que essa é uma boa aeronave de quarta geração para os clientes que não podem comprar o F-35 ou, francamente, não podem comprar o F-35 no momento”, disse Kenneth Possenriede, CFO da Lockheed, a investidores em 21 de abril, chamada de ganhos. “Pode ser um bom passo intermediário para os clientes passarem do F-16 para o F-35. Então, nós o vemos francamente como complementar e não competindo entre si. ”

Lockheed Martin F-16 Block 70- Foto Lockheed Martin

Essa positividade por parte da empresa é também um reflexo do baixo impacto que a pandemia do Covid-19 causou na produção dos caças F-16, ao contrário do F-35 que foi bastante impactado.

A empresa, em 2016, transferiu a produção da linha de produção do F-16 de Fort Worth, Texas, para Greenville, Carolina do Sul, para acomodar a produção de 16 aeronaves Block 70 (versão mais recente do caça) para o Bahrein, além deste país, outros contratos de vendas foram assinados, como oito caças para a Bulgária, 14 caças a Eslováquia e um contrato de venda está sendo negociado com o governo norte-americano e de Taiwan para a venda de 66 F-16 Block 70.

Arte do F-16 Block 70 do Bahrein, foto-Lockheed Martin Aeronautics

“Também temos alguns pedidos para o F-16 que estamos trabalhando para tentar moldar”, disse Possenriede. “Existe um país africano interessado no F-16, por isso esperamos que isso aconteça. [Também existe um] país da América do Sul, e também existem alguns países do Sudeste Asiático que também estão interessados ​​no F-16. ”

No caso do país sul-americano, seria o Chile que já opera caças F-16MLU, com a Argentina e Colômbia, uma antiga negociação existe para a venda de caças F-16. Partindo para a África, Botsuana demostrou interesse na aquisição do Fightning Falcon. O Marrocos e o Egito já operam o caça, e o Departamento de Estado dos EUA, liberou o Marrocos para caças adicionais e atualização da frota. Já no lado da Ásia a Indonésia e cotada para a aquisição de F-16, e a situação parece estar caminhado de fato para um bom contrato.

 

 

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