Presidente da Repúplica, Jair Bolsonaro-Foto: FAB

O Presidente em exercício, Mourão, comentou sobre o caso do militar da FAB que foi pego na terça-feira dia 25 transportando drogas em uma aeronave militar da FAB, em Sevilha, Espanha.

Segundo Mourão que cedeu uma entrevista à Rádio Gaúcha, “pela quantidade de droga”, ele estava trabalhando “como mula e uma mula qualificada” (termo usado para quem transporta entorpecentes), comentou Mourão.

Foto: Agência Brasil

A FAB e o Ministério da Defesa por meio de nota confirmaram o ocorrido, a Força Aérea Brasileira disse que repudia tal ação e dará prioridade na apuração deste caso.

O militar pego com 39 quilos de entorpecentes tem a patente de segundo-sargento. Silva Rodrigues de 38 anos trabalhava como comissário de bordo nos voos especiais da FAB, sob comando do GTE (Grupo de Transporte Oficial), que dentre as missões de transporte de autoridades, tem como principal missão o transporte do Presidente da República, contudo, o segundo sargento não fazia parte da equipe presidencial.

FAB lança segunda Nota à Imprensa:

Esclarecemos que o sargento partiu do Brasil em missão de apoio à viagem presidencial, fazendo parte apenas da tripulação que ficaria em Sevilha. Assim, o militar em questão não integraria, em nenhum momento, a tripulação da aeronave presidencial, uma vez que o retorno da aeronave que transporta o Presidente da República não passará por Sevilha, mas por Seattle, Estados Unidos.

O militar encontra-se preso à disposição das autoridades espanholas. O Comando da Aeronáutica instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar todas as circunstâncias do caso.


Medidas de prevenção a esse tipo de ilícito são adotadas regularmente. Em vista do ocorrido, essas medidas serão reforçadas.

O Comando da Aeronáutica reitera que repudia atos dessa natureza, que dá prioridade para a elucidação do caso e aplicação dos regulamentos cabíveis, bem como colabora com as autoridades.

O Presidente Bolsonaro por meio de sua conta oficial no Twitter comentou o caso e disse que, com as devidas apurações o acusado deverá ser julgado e condenado na “forma da lei”.

 

Fonte de apoio: Veja / FAB/ Edição: Aeroflap