A Suíça tem planos de fazer um grande investimento no setor bélico do país. Os militares suíços estão querendo investir algo em torno dos US$ 2 bilhões, em várias questões ligadas aos armamentos.

Os investimentos vão desde a compra de coletas a prova de balas para soldados a vendas de materiais bélicos que não mais usados pelo país. Um venda de grande relevância que é dos F-5 Tiger II, que a Força Aérea Suíça já havia tirado de serviço.

A chegada dos caças F-5 a Suíça aconteceu em 1976 e em 1981, de lá para cá os Tiger foram bem utilizados pelo pequeno país europeu em diversas missões, inclusive sendo a aeronave usada pelo time de demonstração da Força Aérea Suíça, “Patrouille de Suisse”.

A vender 27 dos 53 caças Tigers, sendo que alguns destes foram doados a museus e o restante estocado para aguardar vendas, uma vez que ainda podem ser usados como forma de defesa aérea, porém precisaria de uma constante manutenção e reposição de peças.

A Força Aérea Suíça tem lotes do caça norte americano F/A-18 Hornet. que ainda estão em serviço pelo país e ficarão até que se escolha o novo vetor de defesa aérea.

 

Mas quais seriam as opções de caças para a Suíça? 

Uma comissão da Força Aérea Suíça (de 2017) estava a cargo de avaliar quais concorrentes poderiam seguir na disputa, dentre os mesmos foram enviados relatórios para três nações e várias empresas, entre elas a Airbus Military (Eurofighter Typhoon), a francesa Dassault (Rafale versão F4) e as norte-americanas Boeing (F-18 Super Hornet Advanced) e a Lockheed Martin (F-35).

Até então a expectativa do governo suíço é adquirir cerca de 30 aeronaves de caça, mas tal decisão ainda não foi tomada.