Os quatro KC-390 em serviço com a FAB atualmente. Foto: Sargento Bianca Viol.

Foi publicada, na última quarta-feira (02) pela Força Aérea Brasileira (FAB), a Diretriz do Comandante 2021-2022.

No documento, o Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, que assumiu o cargo de Comandante da Aeronáutica no dia 12 de abril deste ano, orienta o efetivo da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre diversos assuntos, com o objetivo de mostrar os rumos que a Organização deverá seguir nos próximos dois anos.

Nas considerações iniciais, o Oficial-General adianta que a visão de futuro apresenta a busca da sinergia da tríade homem, máquina e ambiente. Além disso, as orientações são focadas em todos os militares e civis da FAB. “Dirijo-me a todo o efetivo indistintamente considerado, seja oficial ou praça, homem ou mulher, civil ou militar, pois sem vocês não existe Força Aérea. A FAB somos todos nós”, declara.

O documento aborda temas como a consagração da missão fundamental da FAB; a relação intrínseca dos meios com a missão; a consolidação da Estrutura Organizacional; a capacitação dos militares da Força Aérea; o suporte às mulheres e aos homens da FAB; Ética: Princípios e Valores; os ativos patrimoniais no suporte à atividade-fim; a Ciência e a Tecnologia vocacionadas para a missão; o incremento da atividade espacial; a devida importância das estruturas sistêmicas; a observância à atividade cibernética; a vocação para a resposta à sociedade; integração com as demais Forças Armadas; a cooperação com as Forças Aéreas; a conexão com o Ministério da Defesa; e o trato com os Meios de Comunicação.

 

Atividades de conscientização

A Diretriz aponta para a intensificação das atividades de conscientização do efetivo sobre suas obrigações e responsabilidades enquanto profissionais militares.

Ao tratar sobre “Ética – Princípios e Valores”, a Diretriz ratifica o significado para a FAB do uso correto dos fardamentos.

“Ao citar o efetivo em sua completude, fração dele, ou mesmo o indivíduo, como importante representação singular do todo, não há nada que mais nos identifique do que o uniforme. A farda, em seus tons de azul, é um dos principais símbolos de nossa Instituição e a sua correta utilização, desde os seus mínimos complementos, culminando com a perfeita padronização de todas as inúmeras peças, deve constituir-se em motivo de orgulho, representando um dos maiores símbolos do sentimento de pertencimento à Força Aérea Brasileira”, direciona.

 

Resposta à sociedade

No que diz respeito à vocação para a resposta à sociedade, o Comandante da Aeronáutica destaca que por meio de ações de apoio à Nação, a FAB interage com diversas agências governamentais em suporte às operações de combate a incêndios, ajudas humanitárias e mitigação de desastres naturais, tanto no País, como somando-se em consórcio com outros países em esforço internacional.

“Ressaltam-se, ainda, as Operações de Recuperação de Nacionais, nas quais os meios da Força Aérea foram prontamente empregados para a repatriação e reintegração de cidadãos brasileiros isolados ou em perigo”, complementa.

Além de outras missões de destaque, o Comandante sublinhou a importância da continuidade dos trabalhos no enfrentamento à COVID-19 no País.

“Ainda dentro desse escopo, cabe ressaltar a manutenção do crucial apoio prestado à sociedade no curso da pandemia da COVID-19, onde nossas asas devem atuar de modo intenso para combater as mazelas geradas por essa doença”, pontua.

Clique aqui e acesse a Diretriz.

 

 

Via: FAB