Taxas de estocagem e armazenamento podem não ser um problema para o Grupo SATA, que luta para atingir uma boa rentabilidade em seus voos, abandonando aviões grandes ou antigos demais.

Isso resultou em um Airbus A330 da companhia estacionando praticamente durante todo este ano no Aeroporto Sá Carneiro, de acordo com um conselho de administração da companhia, deixar esse avião parado dá metade do prejuízo, em comparação com o mesmo resultado do avião operando em 2018.

“O resultado de exploração do A330 em 2018 (com o avião a voar e dotado de tripulações suficientes) cifrou-se num resultado negativo de oito milhões de euros. O Airbus A330 parado, nas circunstâncias em que se encontra hoje, resulta em metade dos prejuízos anuais acumulados no ano anterior”, diz uma nota enviada pelo Conselho de Administração aos trabalhadores da SATA.

Somente de manutenção desta aeronave a companhia precisou pagar R$ 14,8 milhões de euros, em 2018. Além disso, a companhia teve gastos com combustível, taxas aeroportuárias de pouso e decolagem, taxas de utilização do espaço aéreo, tripulantes e reservas de infraestrutura.

Para a SATA, vale mais a pena operar com o A321ceo e neo, e o A330 parados. A companhia já substituiu em 2018 o A310 pelo novíssimo A321neo.

A companhia disse que procura soluções para o A330, enquanto inicia a utilização do A321neo em suas rotas de longa distância. Isso é uma boa posição, visto que há uma preocupação dos trabalhadores com a saúde financeira da pequena empresa, que tomou um prejuízo de 20,84 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.

 

Via – Dinheiro Vivo

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