TAP Air Portugal

A companhia aérea portuguesa TAP, está estudando mudar a sua sede própria para  algum prédio que a empresa possa alugar. Essa medida poderia fazer a companhia economizar cerca de 50 milhões de euros.

A economia de 50 milhões de euros seriam em reformas no prédio onde a TAP instala suas sedes. Foi realizada uma vistoria na atual sede da empresa que constatou que seriam necessárias reformas imediatas nas estruturas do prédio.

A falta desses reparos poderia ocasionar em danos contra a segurança dos mais de 1.200 funcionários que trabalham no local. Em uma reunião da Comissão de Trabalhadores (CT) com a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, indica que a companhia busca uma nova sede para economizar e garantir a segurança e bem estar de todos os funcionários.

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“Se está de novo a ponderar mudar os trabalhadores daquilo que é designado por sede de instalações sendo que já se anda à procura de um edifício suficientemente grande para abrigar mil e duzentas pessoas, que esteja situado num raio de cinco/seis quilómetros do aeroporto”.

Um dos motivos pela a TAP não realizar tamanho investimento para obras em sua atual sede próximo no Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado, seria que dentro de alguns anos a sede será transferida para o novo terminal de Lisboa, o Aeroporto Alcochete.

A Comissão dos Trabalhadores (CT) quem realizou as inspeções na sede da TAP, fez alguns alertas sobre a mudança para um prédio diferente.

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“Muitos trabalhadores optaram por morar fora de Lisboa, precisamente por trabalharem no aeroporto e terem estacionamento gratuito, além de que mesmo morando dentro de Lisboa a viagem de carro é muito mais rápida do que a viagem em transportes públicos”.

“Referimos também a questão do refeitório, foi-nos dito que teria de ser dada uma compensação aos trabalhadores caso não exista um sítio onde os mesmos possam tomar a sua refeição dentro dos moldes agora praticados, esta não seria uma boa mudança uma vez que se está a separar trabalhadores, e a retirar regalias”.

A TAP ainda não detalhou e também não respondeu os questionamentos da comissão e do Portal ECO Portugal.

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Com informações do Portal ECO Portugal.