A Aeromexico será processada por 11 passageiros que estavam no voo AM2431 que terminou em acidente, em Durango, no norte do México.

O voo sofreu um problema ainda na decolagem, e levou a um acidente com presença de incêndio e danos estruturais ao Embraer E190 que realizava a rota para a Cidade do México.

Todos os 97 passageiros que estavam a bordo e os quatro tripulantes sobreviveram ao acidente.

Esses onze passageiros optaram por processar a companhia por não declarar as causas do acidente, e nem fornecer dados para os passageiros. Todos os envolvidos no processo são cidadãos dos Estados Unidos.

“Todas as pessoas nesse voo têm o direito de saber exatamente o que fez o avião cair. Um avião não despenca do céu só porque está chovendo forte”, disse Thomas A. Demetrio, cofundador da Corboy & Demetrio, que fica em Chicago.

“Entretanto, operações de voo seguras dependem de como a empresa aérea e seus pilotos monitoram, reagem e corrigem em condições climáticas severas, tanto no processo de tomada de decisão antes do voo quanto durante o voo, para evitar um infortúnio”, disse Francis Patrick Murphy, outro sócio da firma.

A companhia deverá pagar uma indenização aos passageiros, pelo ocorrido, e ainda oferecer plena assistência médica e psicológica para aqueles que foram afetados pelo acidente. Em nenhum momento da reportagem da Reuters os passageiros citaram algum processo pela falta de pagamento dessa indenização.

O processo de investigação do acidente ainda está ocorrendo, e será divulgado um relatório parcial e final por autoridades mexicanas. O primeiro oficial e os dois comissários a bordo já deram seus depoimentos como parte da investigação, e a caixa preta da aeronave foi recuperada.