Pela metade: Valor dos motores do Airbus A380 tiveram queda de preço

A crise atingiu a aviação em cheio, diversas empresas aéreas no mundo buscam alternativas para conseguir se manter operando ou voltar a operar. Em relação a aeronaves as mais afetadas pela crise foram os quadrirreatores: o Boeing 747 e o Airbus A380.

Além dos custos de manutenção e operação dessas aeronaves serem relativamente maiores pelo seu tamanho, sua operação ficou ‘obsoleta’. Em meio a crise, manter essas aeronaves com baixa demanda, custo operacional alto e baixo fluxo de caixa das companhias aéreas, torna mantê-los de forma inviável.  

Um veiculo de notícias da aviação relata que os valores para os motores do Airbus A380 tiveram uma queda de 50%. Já os Rolls-Royce XWB do A350 tiveram queda de 1%, o CFM-56 que equipam os Boeing 737 e a família A320 tiveram queda de 12%.

Os novos motores para o A320neo e o 737 MAX tiveram desvalorização de 2 a 4%. Com boa parte das aeronaves estocadas em março, a demanda por compra de novos motores para trocas ou para equipar novos aviões sofreu uma brusca queda. 

Levando em consideração que algumas aeronaves como vários Boeing 747 e Airbus A380 foram colocados a longo prazo de estocagem, a redução de manutenções diminuiu bastante. As operações de oficinas de motores caíram cerca de 70%, a estimativa é uma recuperação apenas em 2024. 

Todas as aeronaves que estão retomando as operações estão passando por todo um processo de check. Com muito tempo sem voar, as aeronaves precisam verificar todos os componentes, motores, sistemas e a fuselagem. 

Os motores do A380 podem variar entre Rolls-Royce e Engine Alliance  GP7000. A maior operadora do superjumbo, a Emirates, utiliza as duas fabricantes de motores. A japonesa ANA e a britânica British, utilizam Rolls-Royce Trent 900 em todos os seus Airbus A380, diferente da Etihad e a Korean que escolheram a Engine Alliance.


 

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