Foto: US Navy.

Em um relatório do ano passado, o Diretor de Testes e Avaliações Operacionais (DOT&E) do Pentágono afirmou que o novo míssil anti-navio da Marinha dos EUA (US Navy), o AGM-158C LRASM (Long Range Anti-Ship Missile), deverá passar por testes mais rigorosos e realistas. 

O DOT&E citou múltiplas falhas de software e hardware na versão 1.1 do míssil desenvolvido pela Lockheed Martin e pede que Marinha coloque o míssil em uma bateria de testes mais rigorosa, a fim de garantir que o armamento terá o desempenho esperado em ambientes operacionalmente realistas. 

Um F/A-18E Super Hornet carregando um míssil AGM-158C na sua asa direita, além de mísseis AGM-88 HARM e uma bomba Mk.83. Foto: Liz Wolter/US Navy.

O relatório recomenda que a Marinha coloque o LRASM 1.1 sob testes e avaliações operacionais iniciais em breve, colocando o sistema sob estresse através da reprodução completa das condições operacionais esperadas. 

O AGM-158C LRASM gerou grande expectativa dentre os líderes da Marinha. O míssil tem um alcance de 300 milhas náuticas (aproximadamente 555 quilômetros), é resistente a interferência e é projetado para localizar alvos independentemente, sem o uso de guiagem a partir de outras plataformas. A nova arma já foi testada no bombardeiro B-1B Lancer da Força Aérea e no caça F/A-18 Super Hornet da US Navy. 

 

Via Defense News.

 

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