Imagem capturada do Pod Infravermelho ATFLIR de um dos F-18 Super Hornets

Pilotos de caça da US Navy (Marinha dos Estados Unidos) afirmam ter avistado OVNIs graças ao sistema de câmera de seus caças F-18 Super Hornet, Pod ATFLIR.

Nas imagens coletadas podemos observar os pilotos conversando entre si, e vendo um objeto pequeno com um formado estranho.

No final de 2014, um piloto do Super Hornet teve uma quase colisão com um dos objetos, e um relatório oficial foi arquivado.

Alguns dos incidentes foram gravados em vídeo, incluindo um tirado pela câmera de um avião no início de 2015, que mostra um objeto se aproximando das ondas do oceano enquanto os pilotos questionam o que estão assistindo.

Em um vídeo divulgado pelo New York Times, observa-se bem isso com o diálogo dos pilotos: 

“Essas coisas estariam lá o dia todo”, disse o tenente Ryan Graves, piloto do F/A-18 Super Hornet que está na Marinha há uma década. Graves relatou suas aparições ao Pentágono e ao Congresso.

“Manter uma aeronave no ar requer uma quantidade significativa de energia. Com as velocidades que observamos, 12 horas no ar são 11 horas a mais do que esperávamos”.

Os avistamentos se tornaram ais frequentes em 2014 e 2015, e acredita-se que em março deste ano tenha se avistado novamente.

ATFLIR

Com avistamentos passados, recentes e possíveis avistamentos futuros existe um “programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP)”, que funciona desde 2017 e analisa as imagens, vídeos e depoimentos dos que mostram os OVNIs.

Essas imagens foram gravadas em 2014, mas só foram divulgadas recentemente. O tenente Graves e seu companheiro de voo, o tenente Danny Accoin estavam em uma missão de treino no Golfo Pérsico quando avistaram o OVNI.

F/A-18 Super Horney Foto U.S. Navy/Reprodução
(Imagem Ilustrativa)

Graves acrescentou que os objetos eram um fenômeno contínuo – aparecendo a 30.000 pés, 20.000 pés e até mesmo ao nível do mar. A nave poderia “acelerar, desacelerar e depois atingir velocidades hipersônicas”, segundo o relatório. 

O tenente Accoin disse que ele teve dois encontros com os objetos – o primeiro dos quais ele tentou interceptar o curso da aeronave voando 1.000 pés abaixo dela. E enquanto ele não podia ver com a câmera do capacete, seu radar disse que estava lá. No segundo encontro, Accoin diz que um míssil de treinamento em seu jato “travou” a mira no objeto, e que sua câmera infravermelha também captou.

“Eu sabia que tinha, sabia que não era um golpe falso”, disse ele, acrescentando que “não consegui captá-lo visualmente”.

 

Fonte: Zero Hedge