Celia Castedo Monasteiro, responsável por aprovar o plano de voo 2933 da LaMia do trágico acidente com a equipe de futebol da Chapecoense, foi presa pela Polícia Federal (PF) após o Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ter assinado o seu pedido de prisão e extradição. 

Na ocasião, o time profissional da Chapecoense era finalista da Copa Sul-Americana de 2016 e estava prestes a disputar a primeira partida da final contra o Atlético Nacional na Colômbia. 

Presa em Corumbá, cidade que faz fronteira com o Mato Grosso do Sul com a Bolívia, Celia está no Brasil desde 2016 como refugiada, e alega que o governo boliviano a persegue desde o desastre aéreo que deixou 71 mortos e seis sobreviventes. 

Celia Castedo Monasteiro é acusada de fraudar os procedimentos durante a aprovação do plano de voo do avião da Lamia, onde investigações apontaram que Avro RJ85 na noite de 28 de novembro de 2019 havia decolado de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, com destino à Colômbia via o  Aeroporto Internacional José Maria Córdova sem combustível suficiente para imprevistos na sua rota. 

Segundo a Polícia Federal (PF), Celia permanecerá presa em Corumbá, até que sejam concluídos os trâmites vigentes para que as autoridades bolivianas possam recebê-la. 

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