Kakinoff na palavra.

Em uma entrevista publicada na manhã desta segunda-feira (10/06) pelo Estadão, Paulo Kakinoff, presidente da GOL Linhas Aéreas, novamente atacou a tentativa da Azul de entrar no mercado da Ponte Aérea.

Kakinoff afirmou que a iniciativa da Azul de querer entrar na Ponte Aérea não baixará os preços nessa rota, 

Ainda de acordo com Kakinoff, a posição da Azul decorre da sua própria frustração, que acreditava que iria se apropriar das posições pagando muito pouco ou quase nada.

“A Gol decidiu participar do processo de venda porque tem a estratégia de procurar oferecer mais voos a preços atraentes. Nossas discussões sobre a aquisição dos ativos da Avianca se iniciaram muito antes da recuperação judicial. A posição adotada pela Azul decorre apenas da sua frustração: acreditava que iria se apropriar das posições, pagando muito pouco ou quase nada. A verdade é que do ponto de vista concorrencial nada mudou”, disse o presidente da Gol. 

“E realmente tivesse interesse, a Azul já estaria operando na ponte aérea, independentemente da recuperação judicial da Avianca. A Azul não opera na ponte aérea por uma questão comercial própria, e não por não dispor dos horários. Esse tema da ponte aérea é uma cortina de fumaça para invalidar a regra vigente de distribuição de slots”, completou Kakinoff.

Sobre o processo de recuperação judicial, Kakinoff disse: “Nesse processo, a Gol foi a única aérea que nunca deixou de aceitar passageiros da Avianca”.

 

Entrevista completa disponível em – Estadão.