A primeira base a receber o Gripen NG será a ALA 2 (antiga BAAN), em Anápolis-GO, a cerca de 80 km de Brasília. A base contruída nos anos 70 para abricar os F-103 é um pontode relevância para a defesa nacional. 

A ALA 2 já está sendo preparada para receber os Gripen NG e os KC-390 reformas já estão acontecendo na base para que as novas aeronaves possam operar com praticidade e agilidade. 

A ALA 2 é uma base estratégica para o país, devido a sua localização próximo da Capital Federal, além disso, as aeronaves de caça que ali ficam podem cobrir boa parte do centro oeste do país, devido a isso foi feita a escolha da base de Anápolis receber as primeiras unidades do Gripen.

Desde a retirada dos Mirages 2000C/B de serviço, em 2013, a ALA 2 tem como principal aeronave os F-5EM, que fazem a defesa da base e realizam funções de defesa aérea. Porém a quantidade de aviões F-5 que ficam em Anápolis são menores do que outras bases, como a de Canoas e Santa Cruz, que são bases onde existem esquadrões fixos de F-5. No caso de Anápolis os mikes (como são chamados os F5 na FAB), estão ali para suprir a falta dos Mirages até a chegada das unidades do Gripen NG.

36 caças Saab Gripen NG foram os vencedores do programa FX2, a decisão final aconteceu em 2014, após anos de adiamento, além do Gripen NG concorriam no FX2 o norte americano Boeing F-18 Super Hornet e o francês Dassault Rafale.

O Gripen NG chegará ao Brasil trazendo a transferência de tecnologia que era uma preferência do governo brasileiro nas pautas. A Embraer terá uma participação significativa na produção do caça, sendo que 15 unidades serão fabricadas pela Embraer. O valor total do contrato é de US$ 5,4 bilhões.

Além dos Gripen NG, a ALA 2 receberá duas unidades do cargueiro da Embraer KC-390 em 2019.


A ALA 2 abriga hoje três esquadrões, o 1º GDA ( 1º Grupo de Defesa Aérea), que conta atualmente com caças F-5 e passará a ter os Gripen NG, o esquadrão Guardião 2º/6º Gav., que opera as aeronaves E-99 e R-99 que fazem a vigilância aérea do país por meio de potentes radares nas aeronaves, e o 1º/6º Grupo de Aviação “Carcará”, que opera o R-35A que emprega missões de reconhecimento.