Clique Aqui e receba as principais Notícias da Aviação em tempo real diretamente no seu Whatsapp ou Telegram.

Qantas

Nesta semana, a Qantas realizou o voo mais longo de toda a sua história, o motivo do voo foi a repatriação de cidadãos australianos que estavam na América do Sul. A viagem foi realizada em conjunto com o Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália.

Utilizando um Boeing 787-9, a aeronave partiu de Buenos Aíres na Argentina às 15h44 (UTC) do dia 5 de outubro com destino à Darwin, chegando às 9h10(UTC) já do dia 6 de outubro. Darwin é um local onde possui instalações para realizar quarentena obrigatória antes de os viajantes entrarem na Austrália. 

O 787 de matrícula VH-ZNH percorreu cerca de 14.683km de distância entre os dois pontos, sendo 184km a mais do que o até então voo mais longo da Qantas que havia sido realizado entre Londres e Perth. 

Com 107 passageiros mais 21 tripulantes e outros funcionários do Departamento de Relações Exteriores, permitiu o 787 realizar o trajeto de forma direta devido ao seu peso, a autonomia do 787-9 é de 14.800km, a aeronave é certificada com ETOPS330.

O trajeto realizado pela aeronave não foi um círculo completo, devido a algumas restrições sobre a Antártica, os pilotos tiveram de fazer alguns desvios durante a viagem porém o vento cooperou para que o voo seguisse sem maiores problemas, gerando uma certa economia de combustível.

Imagem: FlightRadar

O FlightRadar divulgou em seu blog como foi o processo de conseguir rastrear toda a viagem do voo da Qantas sobre a Antártica. 

“Para rastrear o QF14 e outros voos semelhantes, contamos com ADS-B baseado em satélite para atualizações de posição. Para QF14, o rastreamento baseado em satélite nos permitiu obter atualizações de posição da aeronave a cada 1, 10 e 30 minutos por meio de canais separados. Os pilotos da Qantas também forneceram atualizações úteis do ACARS ao longo do caminho.”

 

DEIXE UMA RESPOSTA