F/A-18 Super Hornet da RAAF: Foto: Autor Desconhecido

A RAAF (Real Força Aérea Australiana), poderá atualizar os processadores de seus caças Boeing F/A-18F Super Hornets e EA-18G Growlers, além de adicionar um sistema de rastreamento por infravermelho (IRST) da fabricante Lockheed Martin.

A atualização do processador dos caças irá oferecer recursos adicionais, isso se a RAAF optar por usar o ACMC.

“O ACMC é compatível com os blocos anteriores de Super Hornets e Growlers”, diz a Boeing. O ACMC fornece “recursos computacionais adicionais”.

Em relação ao IRST, é esperado que a RAF adquira 12 unidades desta tecnologia, modrnizado assim parte dos caças F/A-18 Super Hornet que na RAAF são usados na Força Aérea. Ao todo a RAAF opera 24 F / A-18Fs e 11 EA-18Gs – um décimo segundo EA-18G. Além dos Super Hornet a RAAF está recebendo caças de 5º geração F-35A.

Os EUA por sua vez irão usar em seus Super Hornet o IRST21, que é montado no tanque de combustível da aeronave.

“Oferecendo aos pilotos uma vantagem “veja primeiro, ataque primeiro”, o IRST21 fornece detecção furtiva de ameaças ar-ar, rastreamento e alcance em ambientes negados por radar”, diz o cartão de produto IRST21 da Lockheed.

 

Fonte de apoio: Flight Global/ Adaptação: Aeroflap