Frota da Ryanair composta por Boeing 737-800

O ano de 2020 foi difícil para o setor aéreo, que vinha de excelentes números de 2019, o que esperava era um ano com mais crescimento. Era a estimativa até pelo menos o mês de março, quando o Covid-19 passou a ser uma pandemia e se alastrou por todos os países.

Com a restrição de viagens imposta, as companhias aéreas foram obrigadas a reduzir ou a paralisar totalmente as operações como foi o caso da Ryanair. Pela primeira vez na história da companhia aérea de baixo custo não houve um dia de operação entre meados de março até o final do mês de junho. 

Sem poder operar, a companhia registrou grandes prejuízos juntamente com outras empresas no grupo. A companhia fez uma estimativa dos níveis operacionais para o final de 2020, a Ryanair esperava níveis próximos de 40% do total comparado ao ano de 2019. Em dezembro o trafego de passageiros da empresa teve uma redução de 83% em comparação ao mesmo período um ano antes.

Como resultado do ano sem grandes lucros a empresa resultou em € 410,5 milhões no primeiro semestre fiscal do ano de 2021. A época é de baixa demanda de viagens pela Europa, o que faz com que a Ryanair espere ainda mais prejuízos para o segundo semestre de 2021. 

A companhia prevê apenas 38 milhões em trafego para o segundo semestre de 2021, ante os 60 milhões do primeiro semestre. Em 2020 a Ryanair transportou 52 milhões de passageiros, o que representa uma queda de pelo menos 100 milhões de passageiros.

Em números esse recuo do número de passageiros transportados se resulta em 65,8% em comparação ao ano de 2019. No mês de dezembro a taxa de ocupação ficou em torno de 73%, a companhia não divulgou números referentes a outros meses de 2020. 

DEIXE UMA RESPOSTA