Black Hawk voa com tecnologia fly-by-wire Foto: courtesy Sikorsky, a Lockheed Martin company.

Um kit de tecnologia desenvolvido pela Sikorsky, uma empresa da Lockheed Martin, foi usado pela primeira vez para operar um helicóptero Black Hawk com autoridade total, controles de voo fly-by-wire.

O voo de 29 de maio marcou o início oficial do programa de testes de voo para a futura aeronave pilotada opcionalmente. O teste de voo de acompanhamento visa incluir a expansão do envelope durante o verão, levando a um vôo totalmente autônomo (zero pilotos) em 2020. 

“Esta tecnologia traz uma nova dimensão de segurança, confiabilidade e capacidade para helicópteros existentes e futuros e para aqueles que dependem deles para completar suas missões“, disse Chris Van Buiten , vice-presidente da Sikorsky Innovations. “Estamos empolgados em transformar uma aeronave controlada mecanicamente em uma só com controles fly-by-wire. Esse voo demonstra o próximo passo em tornar as aeronaves pilotadas opcionalmente e com pilotagem ideal, uma realidade”.

Este é o primeiro kit de retrofit do tipo fly-by-wire desenvolvido pela Sikorsky, que removeu completamente os controles mecânicos de voo da aeronave.

Por meio do programa ALIAS, a Sikorsky está desenvolvendo uma abordagem OPV que descreve como autonomia direcionada ao piloto para dar às operadoras a confiança necessária para pilotar aeronaves de maneira segura, confiável e acessível em modos pilotados de forma otimizada, permitindo voos com dois, um ou mais. tripulação zero.

O programa visa melhorar a decisão do operador, auxiliando nas operações tripuladas, ao mesmo tempo em que possibilita operações de tripulação não tripuladas e reduzidas.

A Sikorsky vem demonstrando sua tecnologia MATRIX em um S-76B modificado chamado Sikorsky Autonomy Research Aircraft (SARA). A aeronave, que está em teste desde 2013, tem mais de 300 horas de voo autônomo.

A Sikorsky anunciou em março  que sua atualização da frota de helicópteros S-92 incluirá a introdução da primeira fase da tecnologia MATRIX, que trará poder de computação avançado para a plataforma. Essa base permite a adoção de tecnologia de pouso autônoma.

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