A Suíça apresentou no dia 6 de setembro uma nova proposta para atualizar a Força Aérea do país, que atualmente atua com caças F-5 E/F e F-18 Hornet. Ao todo o país europeu tem 26 aeronaves e prevê a substituição das mesmas por caças mais modernos.

A proposta saiu de dentro do gabinete do Ministério da Defesa da Suíça que mais uma vez reforça a substituição dos caças atuais. Em um passado não tão distante, mas especificamente em 2014, muito se falava na escolha do caça sueco JAS39 Gripen, porém as negociações foram paralizadas, desde então ficou um impasse de qual caça iria atuar na força aérea do pequeno, porém, rico país europeu.

O plano suíço atual prevê não só a substituição dos caças, mas também dos sistemas de defesa antiaérea do país, e a expectativa para que se resolva a situação da defesa já para 2023, tanto para o sistema SAMs (mísseis de ar superfície) quantos os novos 30 caças.

 

Bom, mas quais seriam as opções?

Uma comissão da Força Aérea Suíça está a cargo de avaliar quais concorrentes poderiam seguir na disputa, dentre os mesmos foram enviados relatórios para três nações e várias empresas, entre elas a Airbus military (Eurofighter Thypoon), a francesa Dassault (Rafale versão F4) e as norte-americanas Boeing (F-18 Super Hornet Advanced) e a Lockheed Martin (F-35 Lighting).

Os gastos tanto com os caças quanto com os sistemas antiaéreos giram em torno de 1 bilhão, valor esse que seguirá valendo entre os anos de 2023 a 2032, e que também poderá afetar outros planos de investimentos das Forças Armadas Suíças.

A questão agora é o avanço da escolha dos 30 novos caças, porém na concorrência existe uma aeronave de 5º geração que não deixa de ser um forte candidato, mesmo enfrentando os problemas e o alto valor de compra e manutenção.