Aviação Executiva Timbro

A Timbro, empreendedora brasileira de comércio exterior, distribuição e serviços financeiros, chega ao final do mês de abril com crescimento de 250% no número de aeronaves importadas e de 180% no faturamento da unidade de aviação, na comparação com os primeiros quatro meses de 2021.

O resultado mantém o ritmo ascendente de 2021, quando a área cresceu 177% em volume de operações.

Segundo Philipe Figueiredo, Head de Aviação da Timbro, “entre janeiro e abril, já fizemos 74% do resultado operacional de 2021 inteiro”. Para atender a alta demanda verificada, no primeiro semestre de 2021 a empresa trouxe um gestor comercial especializado em aviação (Philipe, ex-Honeywell e Líder Aviação) e profissionais com experiência no segmento, triplicando o time dedicado.

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“A partir de junho do ano passado, quando já éramos responsáveis por 25% das importações de aeronaves, começamos um trabalho proativo no setor. Entramos no jogo e somos, hoje, uma das principais opções para quem deseja adquirir um avião ou helicóptero de fora do país”, afirma Figueiredo.

A área de aviação da Timbro é responsável por todos os trmites de importação por encomenda de uma aeronave executiva. A empresa apoia o comprador na escolha do avião ou helicóptero novo ou seminovo, busca pela melhor solução de crédito e faz a gestão de todas as etapas de aquisição, incluindo entrega no exportador, traslado e nacionalização nos órgãos competentes. A aeronave chega pronta para o comprador.

Projeção de crescimento em 2022

Para o decorrer ano, a projeção da Timbro é seguir conquistando espaço no mercado de aviação executiva. Os tipos de aeronaves seguirão cada vez mais diversificados, com a importação de turbo hélices, jatos, aviões agrícolas e helicópteros.

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“Em 2021, tivemos demanda 40% superior ao ano anterior e conseguimos converter 70% destes negócios. Após este salto da operação, em 2022 a expectativa é dobrar o faturamento do ano passado”, projeta Philipe.

Na análise dos especialistas da Timbro, o mercado mundial apresenta sinais de que seguirá aquecido: há aumento da procura por aviões executivos, seja por corporações que já utilizavam esta solução de transporte ou por novos entrantes, e demanda maior que a oferta, o que dependendo do modelo da aeronave vem gerando espera de 12 a 24 meses para recebimento do equipamento.

Segundo Philipe, o aumento de demanda aplica-se totalmente ao mercado brasileiro. “Nosso país tem dimensões continentais, baixa cobertura pela aviação comercial e cadeia produtiva espalhada geograficamente, considerando setores como agro, mineração, parques industriais e serviços.

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Isso tudo motiva a aviação executiva, fomentando a compra de aeronaves de todos os segmentos, desde aviões e helicópteros leves até jatos de longo alcance”, explica o executivo.

Há ainda expectativa de incremento nas transações via barter, onde aquilo que o cliente produz é usado para o pagamento da aeronave escolhida, adequando o pagamento à sua produção agrícola (grãos, açúcar, algodão e café) ou de minério (ferro, manganês, ferro gusa, sucata e metais não-ferrosos). Esta solução financeira é possível porque a Timbro é também exportadora decommodities agrícolas e metálicas.

“O barter representou 3% das operações da Timbro com aviação em 2021, principalmente com soja e milho. Queremos ampliar esta participação para 10% em 2022”, explica Philipe.

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Renovação de frota gera projeção positiva no segmento de helicópteros

No segmento de helicópteros, o ano de 2022 vem sendo positivo para a Timbro. Entre janeiro e abril, já foram confirmados seis processos, sendo a reserva de cinco helicópteros para entrega em 2024 e 2025 e a importação concluída de um Bell 407 GX.

A previsão é importar mais cinco até 2023. Conforme projeta Philipe, “queremos ter 30% do mercado de aeronaves de asas rotativas importadas”.

A projeção segue a expectativa por um mercado aquecido durante o ano. “a frota brasileira de helicópteros, segundo as estimativas do nosso time, deverá crescer entre 40% e 50% em 2022 e nos próximos anos, o que abre uma janela de oportunidade para a Timbro”.

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Esta renovação de frota também vai incrementar o mercado de seminovos, na avaliação de Philipe: “Neste cenário aquecido, muitos clientes estrangeiros tendem a trocar de helicóptero comprando um novo, vendendo a aeronave atual. Isso faz com que o mercado recebe um volume relevante de helicópteros seminovos que, passando por uma rígida avaliação, manutenção adequada e nacionalização feita da forma correta, são boa opção para o comprador brasileiro”.

Na Timbro, a aquisição de uma aeronave passa por equipe especializada em aviação, com experiência também em helicópteros, tornando simples e segura a aquisição de um seminovo importado.

 

 

Com informações da Timbro.