Tráfego aéreo na América Latina e Caribe tem queda de 87,6%, mas tendência é de recuperação

As companhias aéreas que operam no mercado latino-americano e caribenho transportaram em julho de 2020 cerca de 4,9 milhões de passageiros, o equivalente a 87,6% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

Apesar da redução do volume de tráfego em relação a 2019, os números apontam para uma tendência de recuperação do setor aéreo na região. As informações constam no relatório de tráfego mensal da Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA).

O levantamento mostra que houve um aumento significativo de passageiros em relação ao ponto mais baixo de tráfego aéreo do ano, registrado em abril, quando apenas 1,1 milhão de pessoas foram transportadas.

“Um marco definitivo de julho foi a reabertura de importantes mercados, como a República Dominicana, uma etapa importante para o Caribe, onde grande parte dos turistas que visitam a região chegam por via aérea”, ressalta José Ricardo Botelho, diretor-executivo e CEO da ALTA.

No acumulado de 2020, a redução no tráfego de passageiros ultrapassa 56%, volume superior às projeções de redução feitas em abril, quando estimava-se que a queda no tráfego aéreo seria de cerca de 50% em 2020 em comparação a 2019.

Para agosto, a expectativa é de que se mantenha a melhora nos níveis de tráfego de passageiros, devido à reativação do setor no Panamá (para voos de conexão), Costa Rica e Honduras.

“É o momento oportuno para abrir os céus e colocar em ação o importante trabalho que vem sendo realizado com os setores público e privado de concretização de protocolos coordenados e harmonizados para revitalizar completamente a cadeia do turismo”, conclui José Ricardo Botelho.


Para ler a íntegra do relatório de tráfego de julho de 2020 da ALTA acesse https://bit.ly/3k5EAPA

 

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