Aviadora da USAF- Foto; força aérea pelo sargento-mor. Marleah Robertson

A USAF continua fazendo estudos para arranjar alguma maneira de tornar mais viável o emprego de mulheres na carreira de piloto militar.

Para se tornar piloto são necessárias vários requisitos, um deles é o peso aliada a uma altura mínima exigida.

Contudo, esse aspecto de altura já foi removido pela força aérea, para que o número de pilotos mulheres possam aumentar na USAF.

No entanto, uma nova orientação direciona o Centro de Gerenciamento do Ciclo de Vida da Força Aérea a conduzir um estudo que solidificará um padrão antropométrico mais inclusivo que incluiria 95% da população dos EUA elegível para recrutamento na Força Aérea dos EUA.

Aviadora da USAF- Foto; força aérea pelo sargento-mor. Marleah Robertson

A USAF já tem abordado esse assunto, prova disso foi a remoção da altura mínima, mas ainda há barreiras ocultas, sinalizou a tenente-coronel Jessica Ruttenber.

 “As pessoas estão tentando fazer a coisa certa, mas as barreiras estão embutidas na política de legado. E, mesmo sem saber, eles cortam e colam o mesmo padrão. ”

Além disso, a tenente-coronel ainda diz que “[Para] a próxima ponte aérea entre teatros que vai substituir o C-130 ou C-17, não podemos errar os dados antropométricos ou as mulheres ainda serão eliminadas daqui a 30 anos. O C-130 e o C-17 ainda eliminam uma em cada três mulheres de voar nele”.


Todavia, os estudos para adaptações prosseguem, sendo que inclusive está adotando medidas de redesenhar o equipamento de voo para que ele se adapte melhor às mulheres. Em abril de 2019, a Força Aérea anunciou que está reformulando trajes G, roupas de voo, dispositivos urinários e coletes de sobrevivência para melhor se adequar às mulheres aviadoras.

Fonte de apoio: Air Force Time/ Adaptações: Aeroflap

DEIXE UMA RESPOSTA