Caças F-22 Raptor Foto - USAF/Reprodução

A Força Aérea dos EUA decidiu abandonar a meta de 80% das taxas de capacidade de missão de seus caças F-16, F-22 e F-35A. Os planos eram atingir essa meta em 2020, pois no ano fiscal de 2019 não foi possível.

O General Charles Q. Brown da Força Aérea dos EUA, disse que a taxa de capacidade de missões do F-16 atingiu uma alta de 75% em junho de 2019, “a taxa de capacidade de missões do F-22 atingiu uma alta 68% em abril de 2019 e a taxa de capacidade da missão do F-35 subiu para uma alta de 74% em setembro de 2019”.

Mas esses valores ainda estão ficaram abaixo da meta esperada pelo então ex-secretário de Defesa, Jim Mattis, que não ficou satisfeito com as taxas de missão de 2018.

No entanto, houveram algumas melhoras em relação ao F-35A entre os anos fiscais de 2018 e de 2019. A taxa de missão subiu de 50% para 62%. 

Caças F-35A Lighting II Foto- U.s Airforce

Mas as taxas dos F-22 Raptors caíram de 2018 para 2019, mas isso aconteceu justamente quando um furação Michael atingiu a Base Aérea de Tyndall, Flórida, danificando muitos caças F-22.

Em relação aos F-16 a taxa cresceu um pouco, sendo que de 2018 para 2019 a taxa de missão do F-16C subiu de 70% para 73% e a taxa do F-16D subiu de 66% para 70%.

“O Gabinete do Secretário de Defesa determinou que a iniciativa de taxa de capacidade de missão (MC) de 80% no EF19 não é um requisito para o EF20”, escreveu Brown, atualmente comandante das Forças Aéreas do Pacífico.


Caças F-22 Raptors Foto- U.S. Air Force Tech Sgt. Carlin Leslie

“Continuamos a equilibrar a recuperação de prontidão a curto prazo com a capacidade de combate a longo prazo do investimento”, disse Brown. “Embora a manutenção de todas as nossas frotas antigas seja difícil e cara, examinamos continuamente as tecnologias emergentes, as melhores práticas comerciais e outros métodos para reduzir os custos de manutenção de nossa Força Aérea”.

 

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