Aeroporto de Viracopos
Terminal de Carga de Viracopos. Imagem: Divulgação.

O Aeroporto Internacional de Viracopos registrou novo recorde com uma alta de 45,25% no total de carga movimentada nos primeiros dez meses de 2021 em relação ao mesmo período ano passado. Os dados indicam que o aeroporto teve os melhores dez meses para um ano desde o início da concessão.

Os resultados positivos foram alavancados, mais uma vez, por altas nos setores de importação, exportação, remessas expressas (courier) e cargas nacionais (domésticas). Entre os segmentos em destaque estão os de tecnologia, farmacêutico, químico, metalmecânico, vestuário, calçados, frutas e autopeças, entre outros diversos produtos.

De janeiro a outubro de 2021 foram embarcadas ou desembarcadas por Viracopos um total de 299.504 toneladas ante 206.193 toneladas dos primeiros dez meses do ano passado (somados os dados de importação, exportação, carga nacional e remessas expressas).

Considerando cada segmento, as altas registradas nos dez primeiros meses de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado foram: Importação (32,46%), Exportação (43,94%), Remessas Expressas (23,42%) e Carga Nacional (77,85%).

No período, o TECA (Terminal de Carga) de Viracopos também se consolidou como uma das principais portas de entrada do Brasil de equipamentos e de vacinas usadas no combate à COVID-19. Até o final deste ano, o aeroporto será a porta de entrada de pelo menos 200 milhões de doses de vacinas.

 

Resultados de outubro

O mês de outubro também apresentou resultados positivos, chegando a 22,9% de alta em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram 34.285
toneladas movimentadas em outubro de 2021 no Terminal de Carga de Viracopos ante 27886 toneladas no mesmo mês de 2020. Já em outubro de 2019 foram 19058 toneladas.

De acordo com levantamento da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos,administradora do aeroporto, o mês de outubro de 2021 representou o melhor resultado para um mês desde o início da concessão, em 2013.

Em que pese esse aumento de peso nos últimos dois anos, na comparação dos dez primeiros meses de 2019 (antes da pandemia) e do mesmo período de 2021, houve uma redução de 2% no valor da carga importada.

 

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