A Boeing se comprometeu com o reembolso da manutenção realizada no Air Force One. Em um relatório divulgado no dia 9 de maio, consta que três mecânicos utilizaram peças e uma solução para a limpeza do sistema de oxigênio do VC-25A (Air Force One) que não constavam nos padrões corretos, esse tipo de atitude é proibida pela USAF.

A Força Aérea Americana proíbe o uso de procedimentos não padronizados no sistema de oxigênio como medida de segurança, pois podem causar incêndio durante o voo e com isso colocar em risco a vida do presidente americano.



O custo desse reparo no Air Force One foi cerca de US$ 4 milhões, porém a Boeing se comprometeu com o reembolso ao governo, uma vez que a fabricante americana estava a cargo de verificar o sistema de oxigênio do avião presidencial dos EUA.

O fato ocorreu na unidade de manutenção de San Antonio, essa unidade que está a cargo do VC-25A. Essa unidade também é responsável por realizar a manutenção da frota global do Boeing C-17 Globmaster III, que estão inscritos no Programa de Sustentabilidade da USAF. O local foi responsável por realizar uma modificação no Boeing 787-8 do governo mexicano.

Há cerca de um ano a USAF selecionou o novo Air Force One, será o último modelo da família dos 747, o Boeing 747-8, foi selecionado sem competição e ficará a cargo de substituir os dois aviões VC-25A que compõe a missão de transporte presidencial dos EUA.

O então eleito presidente Donald Trump chegou a criticar a proposta da USAF em trocar de aeronaves, alegando que os custos da Boeing estavam altos, porém depois de dois meses cedeu o acordo governo americano e a fabricante Boeing, alegando que os custos foram minimizados.

 

Via – Flight Global