O futuro do caça francês Dassault Mirage F-1 pode ser outro, além de ir para museus, já que em 2014 a Armée de l’air ( Força Aérea Francesa) tirou de operação o caça supersônico Dassault Mirage F-1. Mas o Governo Francês está estudando vender 64 Mirage F-1 para os EUA.

A venda seria para a empresa Draken International ou para a Airbourne Tatical Advantage Company (ATAC), o negócio está estimado em 25 milhões de euros. Das duas empresas a Draken pode ganhar mais com a compra dos caças. A empresa tem como foco a recolocar aparelhos militares de volta a ativa e empregá-los no treino de futuros pilotos da USAF e da U.S. Navy.

Para isso caso a Draken seja a compradora, possivelmente irá contratar a Sabca, uma filial da Dassault na Bélgica, focada na reconstrução aeronaves militares tiradas de serviço. Tal contrato sairia benéfico uma vez que Sabca é filial da construtora do caça Frances. A Dreken já possui 80 aeronaves.

 

O Dassault Mirage F-1

O Mirage F-1 é um caça fabricado para ser o sucessor do então Mirage III (Caça utilizado pela FAB entre 1975 a 2005). Foi aposentado pela Força Aérea Francesa em 2014, mas ainda é ativo em outros países como o Líbano e o Irã.

Existe mais de uma versão do caça francês, cada uma com sua característica específica, destacando o Mirage F-1B (Biplace para o treinamento de pilotos) e a versão de F-1CR (Para missões de reconhecimento). 

Em vários conflitos que o Mirage F-1 participou destaca-se a Guerra entre o Irã e o Iraque em 1990. O que torna interessante foram os dogfights do caça francês com o clássico F-14 Tomcat da Força Aérea Iraniana. 

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