Mais um capítulo da saga do Lockheed F-35 aconteceu. Pela primeira vez os EUA, e mais sete nações que compraram o F-35, se reuniram para discutir planos para possíveis operações conjuntas com o caça de 5º geração. O encontro ocorreu na Alemanha, e durante dois dias os países afirmaram seus planos futuros.

Além os EUA, países como Itália, Israel, Grã-Bretanha, Noruega, Holanda e Dinamarca participaram do encontro. Dentre as nações fora EUA, a Itália foi a primeira a operar o F-35, mas os demais países também começam a receber o caça steath da Lockheed. É o caso de Israel, que já conta com cinco aeronaves na Força Aérea, além dele a Noruega deverá receber as primeiras unidades ainda nesse ano, a Grã-Bretanha no ano seguinte.

As sete nações aliadas dos EUA são um importante parceiro comercial bélico dos EUA e a aquisição do F-35 reforça esse laço e também qualifica ainda mais o caça para o mercado exterior. Mais países do velho continente (Europa), estão interessadas em adquirir o caça, como no caso da Bélgica, Finlândia e Suíça, esses dois últimos têm como principal linha de defesa aérea o F-18 Hornet, um caça de 4º geração, que apesar de ser bom está ficando obsoleto no cenário atual, visto que existe uma versão mais atualizada que é o F-18 Super Hornet e o EA-18G Growler (versão do F-18 para combates eletrônicos).

O momento no qual as nações estão adquirindo ou pensando em adquirir o F-35 está ocorrendo junto na época que está tendo uma situação de tensão entre a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) com a Rússia. Vale lembrar que boas partes dos países aqui citados fazem parte da OTAN. Um novo encontro vai ocorrer em outubro, onde serão discutidos outros planos como manutenção, logística e sistemas de inteligência.

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