A GOL Linhas Aéreas anunciou recentemente o resultado consolidado da empresa no segundo trimestre de 2017. A companhia concluiu seu abrangente plano de redimensionamento de malha aérea e frota para se adequar ao cenário econômico do país, e atingiu receita líquida de R$2,2 bilhões neste trimestre, um aumento de 7,0% em comparação ao mesmo período de 2016. No acumulado do ano, a companhia registrou R$4,9 bilhões, um incremento de 1,6% em relação aos seis primeiros meses do ano passado.

O comprometimento da companhia em responder ao ambiente macroeconômico de estagnação, com forte disciplina e redução de custos, tem gerado melhores índices, particularmente nesse segundo trimestre, sazonalmente o mais fraco no ano.

O lucro operacional (EBIT) recorrente neste período foi de R$37 milhões, com uma margem operacional de 2%, um aumento de R$187 milhões em comparação a igual período de 2016 – cujo resultado positivo em um segundo trimestre não ocorria em base recorrente desde 2010.

Já o EBITDA recorrente trimestral – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – totalizou R$156 milhões (margem de 7%), cenário de recuperação comparado aos R$40 milhões negativos do ano anterior.

“A GOL manteve a sua posição de companhia aérea número um no Brasil, com uma participação de mercado de 36% no ano de acordo com a ANAC. A dedicação e o trabalho da equipe de colaboradores da GOL, chave para o nosso sucesso, contribuíram para conquistarmos melhores resultados operacionais e financeiros”, comenta Paulo Kakinoff, presidente da GOL.

Em decorrência do câmbio, ganhos extraordinários de R$779 milhões no segundo trimestre do ano passado conduziram a um lucro de R$253 milhões. Neste trimestre de 2017, o efeito do câmbio foi o inverso e a companhia contabilizou perdas de R$226 milhões, gerando um prejuízo contábil de R$475 milhões, sem efeito caixa no segundo trimestre de 2017. Contudo, a companhia teve dois resultados importantes quanto à geração de caixa no trimestre: o fluxo de caixa líquido foi positivo de R$394 milhões e a geração de caixa operacional foi positiva em R$504 milhões.

Operação

Atualmente a frota da companhia atingiu o tamanho desejado para 2017 de 120 aviões Boeing 737, com 116 deles em operação e os demais quatro arrendados a uma empresa no exterior. A taxa de utilização de aeronaves aumentou para 11,3 horas bloco por dia (4,8% superior ao 2T16), ao mesmo tempo em que se manteve o menor custo do mercado. O número de passageiros transportados teve redução de 1,3% neste trimestre, porém a taxa de ocupação da GOL aumentou 2,7 pontos percentuais, chegando a 77,9%, isso devido à maturidade da nova malha aérea lançada em maio de 2016, que refletiu na redução no período de 3,0% no ASK – assentos oferecidos pela distância percorrida em cada voo.

O Yield – valor médio pago por passageiro por quilômetro voado, aumentou 4,8%, resultando em um RASK de 21,4 centavos (R$), um aumento de 10,2% em relação ao segundo trimestre de 2016. A tarifa média foi de R$260, um aumento de 6,7% em relação à tarifa média em igual trimestre de 2016 (R$244).

Mantendo a segurança como valor prioritário, a GOL continua dedicada a aumentar sua eficiência, sendo por 16 anos consecutivos a companhia aérea brasileira com menor custo. Excluindo despesas não recorrentes nesse trimestre, o CASK total – custo por assento Km voado, foi 21 centavos (R$), um aumento de 1% quando comparado ao segundo trimestre em 2016. O CASK ex-combustível recorrente teve uma redução de 2%, chegando a 15 centavos (R$). Essa redução foi impulsionada pelas menores despesas com arrendamento de aeronaves, devido à reestruturação da frota, e ao menor custo com a prestação de serviços.

A liderança absoluta de custos da GOL tem sido a chave para a proposta de valor da empresa, que permite continuamente a oferta das melhores tarifas e serviços do mercado, mesmo em um ambiente desafiador da indústria.

Experiência do Cliente

A GOL transportou no segundo trimestre deste ano um total de 7,3 milhões de pessoas, consolidando-se não apenas como líder no número de passageiros, como também em market share no mercado doméstico (36% de acordo com a ANAC para 2017). Foi ainda a aérea líder no setor corporativo, segundo dados da Abracorp (Associação Brasileira de Viagens Corporativas).

Tais resultados demonstram a preferência dos brasileiros pela companhia, conquistada a partir do empenho e da dedicação de todos os mais de 15 mil colaboradores em oferecer a melhor experiência de viagem aos Clientes. Juntos, eles tornaram a GOL a aérea mais pontual do Brasil, com média de pontualidade nos pousos e regularidade nas decolagens dos voos de 96,0% e 98,1%, respectivamente, durante o segundo trimestre de 2017 (dados da ANAC). O comprometimento com o melhor atendimento também se comprova com a redução das reclamações de passageiros, que diminuíram para 1,35 por 1.000 pax, assim como a perda de bagagem recuou para 2,04 por 1.000 pax.

Foto – GOL/Divulgação

Para o futuro, além de manter os altos níveis de produtividade e rentabilidade, os resultados de curto prazo serão impulsionados pela implementação de novas tecnologias e inovações. A campanha #NOVAGOL, lançada em julho, marca o início de um novo ciclo que combina maturidade, vigor e modernidade. A companhia está pronta para ir além do serviço seguro e eficiente, mas também oferecer a melhor experiência de viagem.

“Estamos em uma nova etapa. Continuamos focados em oferecer a melhor experiência em transporte aéreo com serviços exclusivos aos nossos clientes, como o novo e exclusivo Selfie check-in, aeronaves novas e modernas com bancos em couro ecológico e Wi-Fi a bordo, voos frequentes nos principais mercados, e um sistema de rotas integradas para viagens nacionais e internacionais. Permanecendo firmes no modelo de negócios de baixo custo, enquanto continuamos a inovar e a oferecer as melhores tarifas criando valor para os nossos clientes, colaboradores e acionistas,” finaliza Kakinoff.

Via – GOL

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