CCR Aeroportos
Foto: Divulgação
O Aeroporto de Confins se manteve em evolução ao longo do primeiro semestre deste ano. Com o aumento das viagens, sobretudo pela demanda reprimida pela pandemia da Covid-19, o fluxo foi de cerca de 4,5 milhões de passageiros de janeiro a junho, 60% a mais que igual período de 2021. Quando falamos de pousos e decolagens, o número chega a 42 mil nesses seis meses, 55% a mais que no mesmo período do exercício anterior.
 
 
Malha aérea em expansão
 
No primeiro semestre, o aeroporto contou com o lançamento de voos e destinos pela Azul, Latam e Gol, o que fortalece o papel do terminal como hub de conexões. Para começar, em março, ocorreu o lançamento do voo para Londrina, rota operada pela Azul Linhas Aéreas, com seis frequências semanais. Localizada no norte do Paraná, Londrina é a segunda maior cidade paranaense, com cerca de 580 mil habitantes, que se destaca, principalmente, pela produção agrícola.
 
Também em março, começaram as operações das novas rotas da Latam para Vitória, no Espírito Santo, e Curitiba, no Paraná. A primeira conta com 14 frequências semanais e a segunda com dez frequências semanais. “Estamos em um momento de alta gradual da movimentação de passageiro e atentos as necessidades das pessoas. O lançamento de novas rotas pelas companhias aéreas é sempre uma oportunidade de oferecer mais conectividade e impulsionar ainda mais o aumento de voos”, avalia Herlichy Bastos, diretor de Operações e Infraestrutura da BH Airport.
 
A capital mineira também ganhou seis novos destinos atendidos pela Gol para importantes polos de turismo e negócios no cenário nacional. Fortaleza, Natal, Maceió, Recife, Porto Seguro e Porto Alegre são as rotas sazonais e regulares criadas pela companhia, a partir do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em junho e julho. 
 
Dez lojas em seis meses
 
Quando o assunto é o mix de lojas, no primeiro semestre, foram lançadas dez novas operações comerciais, o que reforça o compromisso em oferecer soluções e proporcionar a melhor experiência de viagem aos clientes. Foram inaugurados o Califfornia Coffee, os novos quiosques de vinhos e balas da Dufry, a Doog e o Liqd Bar, todos na sala de embarque doméstica. Em abril, foi a vez da Pandora, joalheria internacional, abrir sua segunda operação, agora na sala de embarque. No mesmo mês, a Kopenhagen foi lançada no desembarque do Terminal de Passageiros 2. No mês de maio, foi inaugurado o Subway, na sala de embarque. Para completar o semestre, em junho, foram lançados a Pizza Hut e o Rokkon, restaurante de culinária japonesa, ambos no saguão do aeroporto.
 
Inovação e sustentabilidade nas operações de solo
 
Em junho, o aeroporto se tornou o primeiro da América Latina a realizar operações de solo 100% elétricas. A iniciativa é uma parceria com a Latam e a Real Aviation para a operação de Ground Handling (atendimento de rampa) com equipamentos totalmente movidos a energia elétrica. A inovação envolve todos os serviços prestados em terra para apoio às aeronaves, passageiros, bagagens e cargas durante a chegada e a partida no aeroporto. 
 
O investimento conjunto das empresas, superior a R$ 30 milhões, viabiliza a utilização de 100% de energia elétrica em operações de Ground Handling de pelo menos 50% dos voos da Latam em Belo Horizonte, o equivalente a 10 voos diários da companhia. A união de esforços para garantir a implementação do projeto-piloto no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte representa uma alternativa sustentável ao diesel, em função da redução de 114 toneladas de CO2 emitidas nos próximos 12 meses.  
 
Investimentos no Hub Logístico Multimodal
 
O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte segue em busca de oferecer também as melhores soluções logísticas e infraestrutura aos seus clientes. Durante esses seis primeiros meses do ano, foram contratados R$ 33 milhões em parcerias para investimentos na infraestrutura do Hub Logístico Multimodal, com foco no fortalecimento e na consolidação da indústria dentro do sítio aeroportuário, na relação com os diversos modais interligados ao aeroporto, bem como, na ampliação da sua capacidade para receber cargas por céu, terra e mar.