O aeroporto Luís Alberto Lehr, localizado na cidade de Santa Rosa, situado na região Noroeste do Rio Grande do Sul, vai receber R$ 2,4 milhões para elaboração de projeto básico e estudos complementares direcionados à ampliação do aeródromo.

O Termo de Compromisso (TC) entre o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e o município de Santa Rosa foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12/9) .

Os recursos propostos no documento serão provenientes da União, sem contrapartida do município. A verba é destinada à revisão do Anteprojeto; elaboração dos planos ambientais; levantamento topográfico; projeto básico do Lado Ar, Lado Terra; atualização do projeto do Terminal de Passageiros e projetos complementares para adequação da infraestrutura necessária do Aeroporto.

O prazo para conclusão dos trabalhos será de um ano, a partir da assinatura do TC. Após a elaboração dos projetos básicos será feita a licitação para a execução das obras de ampliação e adequação do aeroporto.

Atualmente, o terminal possui uma pista de pouso e decolagem com 30 metros de largura por 1200 metros de comprimento, uma pista de taxiamento e um pátio de aeronaves. Entretanto, estas áreas não possuem as dimensões necessárias ao atendimento das aeronaves de maior porte utilizadas pelas companhias aéreas em rotas de aviação regional. Com a adequação do projeto, o aeródromo poderá receber aeronaves do tipo Airbus A319.

De acordo com a Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, o aeroporto possui a maior estimativa de movimentação de passageiros da região, com previsão de movimentação de 48934 passageiros no ano de 2037.

REALIDADE REGIONAL

O município está localizado a aproximadamente 500 km de Porto Alegre e tem quase 73 mil habitantes, segundo números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e um PIB (Produto Interno Bruto), per capita, de R$ 33,3 mil.

A microrregião é um importante polo de produção agrícola e metalomecânico do estado, onde estão instaladas montadoras que produzem 60% das colheitadeiras do país.

 

Via – Ministério dos Transportes