Foto: Airlink

Durante 23 anos, a Airlink operou sob o nome da South African Airways, uma aliança estratégica. Servia como uma empresa que alimentava os hubs da South African Airways com voos regionais ou em voos mais curtos.

Agora diante da crise na aviação e crise também na South African, a companhia decidiu voar com suas ‘próprias pernas’. Anunciou que deixou de ser uma subsidiaria e franquia da SAA, reformulou sua marca, lançou nova pintura em suas aeronaves e passará a operar de forma independente.

nova pintura Airlink
Foto: Airlink

A Airlink possui uma frota de 46 aeronaves, voltadas totalmente para operações regionais. A frota consiste em aviões: Cessna Gran Caravan 208B, British Aerospace Jetstream 41, E-Jets ERJ-135, ERJ-140. ERJ-170 e E190. Agora a companhia opera sob seu próprio código de identificação, o 4Z.

Voamos naquele ninho específico e estamos convidando nossos clientes leais e novos para voar conosco conforme a Airlink expande sua rede, conectando e reconectando pessoas, comunidades, negócios, bens e serviços com mercados em toda a África Austral e além.” Disse o CEO Rodger Foster, em comunicado.

O foco da Airlink são em voos que conectam a África do Sul, entretanto a companhia pretende lançar voos em outros países do continente africano. A nova identidade visual da companhia marca o renascimento da empresa, além da bela pintura que remete ao nascer do sol com um símbolo africano.

A Airlink rompeu o acordo com a SAA, devido a companhia matriz não ter repassado a quantia referente aos bilhetes vendidos em voos compartilhados da Airlink. O repasse foi utilizado como capital de giro da SAA.

A nova empresa surge com o lema de “Independência e liberdade são as propostas centrais” Airlink. A nova companhia pretende refazer sua história sem qualquer vinculo ou ‘apagar’ o antigo vinculo com a SAA.

 

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