Logo Boeing- Foto: REUTERS / Brendan McDermid

(Reuters) – Em um relatório divulgado nessa sexta-feira (30), a Boeing afirmou que demitiu 65 funcionários por condutas racistas, discriminatórias e odiosas. Segundo a fabricante, os funcionários foram demitidos entre junho de 2020 e 21 de abril de 2021.

As empresas americanas têm sofrido pressão de investidores para divulgar publicamente informações sobre a diversidade entre os funcionários na esteira da justiça racial e de movimentos como o Black Lives Matter.

A Boeing afirma que cerca de 69% de sua força de trabalho nos EUA é composta por funcionários brancos e 31% de outras raças, incluindo cerca de 6,4% de funcionários negros. A fabricante já havia dito que pretende aumentar o número de funcionários negros em 20%.

A companhia, que viu as fileiras de suas mulheres executivas encolherem nos últimos anos, também disse que os dados mostram que as mulheres representam 13,6% de seu conselho executivo, uma queda de cerca de 30% no ano passado.

Parte do motivo do hiato de gênero no conselho é sua expansão para 22 membros, com apenas três executivas, de 13 membros, com quatro executivas, a partir de 1º de março de 2020.

No geral, as mulheres representam entre 23% e 25% da força de trabalho da Boeing nos Estados Unidos e fora dos Estados Unidos, disse a empresa.